Como você pode aprender a programar!?

Lendo algumas matérias e assistindo alguns vídeos sobre Como aprender a Programar, cheguei até a imagem postada no fim do texto. Originária da freecodecamp ela exemplifica bem alguns níveis que o desenvolvedor terá de passar.  Não pense que hoje e futuramente se aplicará a ideia de que: Eu só sei fazer a linguagem x back-end e fim. Além de ridículo acho extremamente anti profissional.

Recentemente , várias visualizações incríveis das várias tecnologias utilizadas pelos desenvolvedores web em 2017 surgiram no web.

Estes são ótimos recursos para principiantes e especialistas. Eles definem claramente quais tecnologias você deve estar ciente de se você deseja obter um emprego como desenvolvedor web frontend, desenvolvedor web backend ou administrador do sistema.

Mas acho que eles são especialmente úteis para iniciantes absolutos aprendendo suas primeiras linhas de código.

Então, ao invés de gastar seu tempo tentando aprender cada linguagem e tecnologia de programação, você deve aprender o que todo desenvolvedor já deve saber:

Saiba como ler a documentação
Saiba como ler código-fonte
Saiba como depurar o código
Saiba como pedir ajuda

Dá uma olhada e se gostou, curte aí. Obrigado.

Full Stack Developer

Sempre procurei o que pudesse definir de melhor forma como eu trabalhava. Então surgiu o Full Stack Developer.

Sempre fui Front-End e Back-End

Quando falamos em tecnologias de desenvolvimentos necessárias para um desenvolvimento web, falamos em :

  • HTML5
  • CSS3
  • JavaScript
  • UX / UI
  • Conceitos como Mobile First, RWD, etc.

Mas como Back-End developer, também trabalho com:

  • PHP
  • Java
  • Python
  • .Net
  • Banco de Dados
  • etc.

Nos últimos tempo tivemos a evolução do JavaScript com o Node.JS que também é utilizado por profissionais Front-end.

Full Stack Developer, nada mais é do que um Front-End Developer que também é um Back-End Developer, ou como muitos sites descrevem, um Leão Branco.

Para quem não leu ainda sobre essa definição, todo Leão tem um gene que dá a ele a possibilidade de ser um Leão Branco, são raros os que nascem assim. Portanto, excelentes Full Stack Developers são raros.

Não é necessário que você seja o melhor Front-End e o melhor Back-End, mas deve ser hábil em ambas.

A rapidez em que o progresso dos dois mundos evolui, pode fazer com que você perca alguma atualização ou tenha o conhecimento superficial de uma ou nas duas áreas.

Em grandes empresas, dificilmente terá um Full Stack Developer, mas em Startups, pequenas e médias, é possível e muito provável acharmos um Front-End que também é um Back-End.

Bom, fica a cargo de cada um e de uma discussão mais ampla sobre o tema, até que ele seja realmente aceito e implementado por empresas.

Estou conhecendo o Yarn

Assim como grande parte das pessoas, estou conhecendo o Yarn, que nada mais é do que um dependency manager criado principalmente pelos desenvolvedores do Facebook.

Analisando o post do próprio Face e após usar um pouco de forma bem básica, podemos acreditar bastante no Yarn. Neste momento estou lendo e tentando aprender, portanto comecei a comparar o Yarn com o npm.

Os dois principais itens que mais me chama atenção por enquanto, se referem a licença Open Source e o  Cache Global existentes no Yarn, mas na minha opinião são os fatores que fazem com que o Yarn esteja ganhando muito destaque.

Além disso o Yarn suporta registros do Bower, sendo possível gerenciar tanto os pacotes do npm quanto os do bower.

Não vamos negar que o Facebook tem evoluído no gerenciamento de seus pacotes com JavaScript, que já me chamava a atenção com o React.

 

Dê uma conferida neste post do próprio Facebook http://bit.ly/2dWJz57

 

Cloud Privada e Hibrida

Hoje a ideia é falar sobre as Nuvens Privadas e Híbridas, aprofundar um poucos mais na ideia. Então o que são Nuvens Privadas e Híbridas?

Nuvem privada (private cloud)
Até agora, tratamos a computação nas nuvens como um sistema composto de duas partes: o provedor da solução e o utilizador, que pode ser uma pessoa, uma empresa ou qualquer outra organização. Podemos entender esse contexto como um esquema de nuvem pública. No entanto, especialmente no que diz respeito ao segmento corporativo, é possível também o uso do que se conhece como nuvem privada.

Do ponto de vista do usuário, a nuvem privada (private cloud) oferece praticamente os mesmos benefícios da nuvem pública. A diferença está, essencialmente, nos “bastidores”: os equipamentos e sistemas utilizados para constituir a nuvem ficam dentro da infraestrutura da própria corporação.

Em outras palavras, a empresa faz uso de uma nuvem particular, construída e mantida dentro de seus domínios. Mas o conceito vai mais além: a nuvem privada também considera a cultura corporativa, de forma que políticas, objetivos e outros aspectos inerentes às atividades da companhia sejam respeitados.

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A necessidade de segurança e privacidade é um dos motivos que levam uma organização a adotar uma nuvem privada. Em serviços de terceiros, cláusulas contratuais e sistemas de proteção são os recursos oferecidos para evitar acesso não autorizado ou compartilhamento indevido de dados. Mesmo assim, uma empresa pode ter dados críticos por demais para permitir que outra companhia responda pela proteção e disponibilização de suas informações. Ou, então, a proteção oferecida pode simplesmente não ser suficiente. Em situações como essas é que o uso de uma nuvem privada se mostra adequado.

Uma nuvem privada também pode oferecer a vantagem de ser “moldada” com precisão às necessidades da companhia, especialmente em relação a empresas de grande porte. Isso porque o acesso à nuvem pode ser melhor controlado, assim como a disponibilização de recursos pode ser direcionada de maneira mais eficiente, aspecto capaz de impactar positivamente a rotina corporativa.

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Cloud PaaS, DaaS, IaaS e TaaS

Após descrevermos o que é a Cloud e Definirmos uma ideia do que são suas aplicações, vamos falar sobre PaaS, DaaS, IaaS e TaaS.

PaaS, DaaS, IaaS e TaaS

No mercado também há conceitos derivados do SaaS que são utilizados por algumas companhias para diferenciar os seus serviços. São eles:

  • Platform as a Service (PaaS): Plataforma como Serviço. Trata-se de um tipo de solução mais amplo para determinadas aplicações, incluindo todos (ou quase todos) os recursos necessários à operação, como armazenamento, banco de dados, escalabilidade (aumento automático da capacidade de armazenamento ou processamento), suporte a linguagens de programação, segurança e assim por diante;

Database as a Service (DaaS): Banco de Dados como Serviço. O nome já deixa claro que essa modalidade é direcionada ao fornecimento de serviços para armazenamento e acesso de volumes de dados. A vantagem aqui é que o detentor da aplicação conta com maior flexibilidade para expandir o banco de dados, compartilhar as informações com outros sistemas, facilitar o acesso remoto por usuários autorizados, entre outros;

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Aplicações em Cloud Computing

Os termos cloud computing (computação nas nuvens) são relativamente recentes, como você já sabe, mas se analisarmos bem, veremos que a ideia não é, necessariamente, nova. Serviços de e-mail, como Gmail e Yahoo! Mail; “discos virtuais” na internet, como Dropbox ou OneDrive; sites de armazenamento e compartilhamento de fotos ou vídeos, como Flickr e YouTube. Todos são exemplos de recursos que, de certa forma, estão dentro do conceito de computação nas nuvens.

Ao fornecedor da aplicação cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc.

A Nuvens representam uma abstração de recursos computacionais na internet.

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Um exemplo prático dessa não tão nova realidade é o Office Online, da Microsoft, serviço que dá acesso a recursos básicos de edição de textos, apresentações de slides, entre outras funcionalidades, de maneira completamente on-line. Tudo o que o usuário precisa fazer é criar uma conta e utilizar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade. Mas entre nós, prefiro e utilizo os bom e velho Google Drive.
Algumas características da cloud computing

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Sobre Cloud Computing

Esta semana, vamos falar um pouco de Cloud, mas desde o começo, caso você já conheça todos estes termos, pode acompanhar os próximos posts, onde faremos as evoluções. Não vou entrar no mérito das aplicações on premise, então não estranhe a falta destes conceitos.

O que é a computação em nuvem?
“Computação em nuvem”, por definição, diz respeito à entrega sob demanda de recursos de TI e aplicativos pela Internet, com modelo de definição de preço conforme a utilização.

Introdução
A expressão cloud computing começou a ganhar força em 2008, mas, conceitualmente, as ideias por trás da denominação existem há muito mais tempo. Também conhecida no Brasil como computação nas nuvens ou computação em nuvem, a cloud computing, essencialmente é a noção de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em computadores locais. Eu diria até melhor que as instaladas locais, pois você não ficá prezo a uma estação. Se o conteúdo é móvel, então porque não se mover com ele!

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Minha semana WordPress

Está última semana passamos por algumas configurações básicas para o WordPress. Principalmente na parte de performance.

Trabalhar com o WordPress é algo que gosto bastante e que considero muito fácil. Infelizmente a maioria das empresas não compreende o poder e as vantagens de trabalhar com esta ferramenta incrível. Mas aos poucos espero que isso mude.

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WordPress, Otimize o MySQL

Além das opções que você pode ler nos posts anteriores em WordPress, como o uso de Cache, outra dica é otimizar o MYSQL de duas maneiras, a primeira é instalando e utilizando o plugin WP-DBManager.

Lembre-se sempre: Faça o backup da sua instalação e da sua base de dados!

Após instalar o plugin WP-DBManager vá no menu Database, selecione Repair DB e clique em reparar, selecione a opção Optimize DB e clique em otimizar.

A outra maneira é fazendo a otimização manualmente via phpMyAdmin.
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