Sobre 2018 e hibot.chat

Sobre 2018, acho que começa com tudo, 2017 foi um bom ano, mas eu não vinha evoluindo pessoalmente, então planejei e coloquei em prática dois projetos pessoais:  Minha próxima linha de estudos avançando em Data Science, Artificial Intelligence e Cloud e minha nova aplicação, hibot.chat.

Minha próxima linha de estudos, avançando em Data Science, Artificial Intelligence e Cloud

São áreas que eu consegui chegar ao nível mínimo para avançar e finalmente aprender e praticar o que penso ser o futuro, quem sabe contribuir com a criação dele.

Data Science é uma ciência que estuda as informações, seu processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados. É o estudo disciplinado dos dados e informações inerentes ao negócio e todas as visões que podem cercar um determinado assunto.

Artificial Intelligence  vem nos cercando a anos, uma paixão são os livros de Isaac Asimov  ou como tratado em 1956, John McCarthy, um professor universitário, criou o termo para descrever um mundo em que as máquinas poderiam “resolver os tipos de problemas que hoje são reservados para humanos.”

Tem relação com à capacidade das máquinas de pensarem como seres humanos – de terem o poder de aprender, raciocinar, perceber, deliberar e decidir de forma racional e inteligente. Essas capacidades passam por várias áreas da ciência da computação como Machine Learning, Deep Learning, Processamento de Linguagem Natural e assim por diante.

Artificial Intelligence é um tema tão amplo que ficam para postagens futuras.

Cloud que venho a anos estudando tem um crescimento também exponencial e liberta empresas e profissionais do ciclo de fechamento, propiciando a evolução humana. Vejo até a possibilidade de uma mente coletiva originada da cloud.

O Google projeta que o futuro da nuvem será influenciado por um volume de transformações tecnológicas jamais vistas na história da indústria. A pressão pela inovação em produto tem puxado os provedores de TI a repensarem praticamente tudo na infraestrutura computacional.

Dessa forma, as capacidades criadas acelerarão a evolução da tecnologia de forma exponencial. Assim, o software será melhor, mais rápido e mais útil na tarefa de trazer retornos às empresas. A expectativa frente aos recursos computacionais será mais elevada com relação aos recursos de TI.

Além disso, as aplicações precisarão prever o que os usuários querem, logo, precisarão recursos de análise e machine learning. O cenário desencadeará uma postura de NoOps, que tende a acelerar a entrada de sistemas em produção em escala.

fonte externa não declarada.

Como tudo, será refletido em minhas postagens, mas nunca abandonando temas chaves e que hoje me vejo incluído como Gestão de liderança e metodologias e mobile.

 

Minha nova aplicação, hibot.chat

É mais que um sonho pessoal, é uma contribuição ao futuro, mesmo que tão simples comparado ao mercado. A criação de um projeto pessoal que dependia de conhecimento e muito trabalho. Se você me conhece, colocar a mão na massa nunca foi um problema, então resolvi dar o próximo passo.

Criei a hibot.chat, que hoje compreende menos de 500 palavras no idioma português, tem uma logica inicial implementada em machine learning que assimila de 4 em 4 dias novos conhecimentos. Já disponibilizado inclusive com possibilidade de interações.

hibot.chat é uma aplicação comercial, sendo disponibilizada no formato chatbot com capacidade de interação com atendimento humano dentro do nível necessário. Uma das ideias é quase zerar a necessidade de interação humana e liberando seu time para fazer o que realmente importa, diminuindo custos e atendendo corretamente os clientes. Tudo 24/7 e com comunicação de forma natural.

O projeto é evolutivo e longo, mas pretendo disponibilizar em inglês até 2019 todo conhecimento assimilado até lá.

Versões e evoluções serão informadas no site(hibot.chat), em redes sociais e blog(https://medium.com/hibotchat) da aplicação.

 

Todo esse novo conhecimento e projeto será compartilhado aqui também e me deixa muito feliz. Espero que gostem e compartilhem.

hibot.chat

medium.com/hibotchat

twitter.com/hibotchat

https://www.facebook.com/Hibotchat-1226255624185527/

Nokia 3310 e Nokia 3,5 e 6

Então é carnaval, época de zoar ou como  no meu caso, ficar de boa curtindo o filhão a esposa e a tranquilidade. E neste meio tempo a Nokia inventa de relançar o 3310, que para você que não conhece era o nosso amado tijolão, indestrutível celular que durava muito a bateria, tanto que nem lembro exatamente quanto. Lembro que o carregador quase não era visto.

Lançado em Barcelo, Espanha no dia 26 fev, o novo Nokia 3310 vem em quatro cores: vermelho, amarelo, preto e prata. Vem com o tradicional e famoso Snake e seus ringtones famosos. Promete 22 horas de conversação, dez vezes mais do que o modelo original. E pode funcionar em standby por até um mês. A tela tem 2,4 polegadas e teclado numérico, entrada micro USB, saída para fone de ouvido de 3.5 mm e câmera de 2 MP com flash. Disponível em duas versões com SIM card (chip) único e também dual SIM (dois chips).

Parece que a moda pode pegar e viram mais novidades. Eu estava pensando em comprar um toca discos clássico e alguns vinis para iniciar uma coleção, vejo que estou por dentro desta tendência de reviver os clássicos.

Além do Nokia 3310, foram lançados no MWC (Mobile World Congress) outros 3 novos Smartphones com Android 7.0 Nougat, os Smartphone Nokia 3, 5 e 6.

 

Modelo
Nokia 6 Nokia 5  Nokia 3 
Preço  € 229 (R$ 752, sem taxas)  € 189 (R$ 620, sem taxas) € 139 (R$ 456, sem taxas)
Tela
5,5” Full HD 5,2” HD 5” HD
Câmera
16 MP; 8 MP 13 MP; 8 MP 8 MP; 8 MP
Bateria
3.000 mAh 3.000 mAh 2.650 mAh
Armazenamento
32 GB ou 64 GB 16 GB 16 GB
Memória expansível
microSD de até 128 GB microSD de até 128 GB microSD de até 128 GB
Processador
Qualcomm® Snapdragon™ 430 Qualcomm® Snapdragon™ 430 MTK 6737, Quad-core 1,3 GHz
 Memória RAM
3 GB ou 4 GB 2 GB 2 GB
 Sistema Operacional
Android 7.0 Nougat Android 7.0 Nougat Android 7.0 Nougat

 

Bom, só para não dizer que eu me desconectei totalmente neste Carnaval 😉

Full Stack Developer

Sempre procurei o que pudesse definir de melhor forma como eu trabalhava. Então surgiu o Full Stack Developer.

Sempre fui Front-End e Back-End

Quando falamos em tecnologias de desenvolvimentos necessárias para um desenvolvimento web, falamos em :

  • HTML5
  • CSS3
  • JavaScript
  • UX / UI
  • Conceitos como Mobile First, RWD, etc.

Mas como Back-End developer, também trabalho com:

  • PHP
  • Java
  • Python
  • .Net
  • Banco de Dados
  • etc.

Nos últimos tempo tivemos a evolução do JavaScript com o Node.JS que também é utilizado por profissionais Front-end.

Full Stack Developer, nada mais é do que um Front-End Developer que também é um Back-End Developer, ou como muitos sites descrevem, um Leão Branco.

Para quem não leu ainda sobre essa definição, todo Leão tem um gene que dá a ele a possibilidade de ser um Leão Branco, são raros os que nascem assim. Portanto, excelentes Full Stack Developers são raros.

Não é necessário que você seja o melhor Front-End e o melhor Back-End, mas deve ser hábil em ambas.

A rapidez em que o progresso dos dois mundos evolui, pode fazer com que você perca alguma atualização ou tenha o conhecimento superficial de uma ou nas duas áreas.

Em grandes empresas, dificilmente terá um Full Stack Developer, mas em Startups, pequenas e médias, é possível e muito provável acharmos um Front-End que também é um Back-End.

Bom, fica a cargo de cada um e de uma discussão mais ampla sobre o tema, até que ele seja realmente aceito e implementado por empresas.

Compras mobile

O Twitter Brasil e o Instituto Ipsos em parceria realizaram uma pesquisa de comportamento de consumo e descobriram que boa parte dos consumidores usará dispositivos móveis para realizar compras no futuro.
87% dos entrevistados acreditam que, em menos de 10 anos, já terão seus dispositivos como canais de compras mobile.

Atualmente, os smartphones representam 21% de todas as compras online. A pesquisa registrou também que 97% dos participantes afirmaram que fazem ou já fizeram compras pelo computador. Mostrando uma pré-disposição do brasileiro em comprar pela internet, que deve passar para uma nova fase me breve, passando a comprar por dispositivos mobile.

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Porque investir em First Mobile

A algum tempo eu havia falado sobre a Mentalidade Mobile First, uma forma não tão nova, alias, acho que nem um pouco nova, mas que para muitos aos poucos está virando rotina.
Durante anos especialistas de diversas áreas viram esse crescimento, mas talvez pela demora na concretização desta previsão, as coisas acabaram demorando para se tornarem realidade.
Os dispositivos mobiles viraram uma febre, hoje todos temos um dispositivo mobile no bolso, e acesso a qualquer informação em qualquer lugar, desde uma rede social até um acesso corporativo.

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Porque eu e minha empresa invistiriamos em Mobile? Muitos devem se pergutar. É simples, as vendas de smartphones já passaram as de PCs. Isso já norteia a sua mente para um fato quase inevitável. Se o mundo inteiro está passando mais tempo acessando a internet com dispositivos móveis, não é muito sensato pensarmos primeiramente em fazermos sites para desktops/notebooks!

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Alternativas ao PowerPoint para criação de apresentações

Quando você pensa em slides e apresentações, certo que na sua mente em primeiro lugar vem o Microsoft PowerPoint. Mas existem outras boas alternativas, eu diria que alternativas evoluidas desta precursora ferramenta.

Testei 3 das que mais considero, sendo o Prezi já um antigo conhecido por mim até agora.

Haiku Deck (iPad)

O Haiku Deck foi projetado para transformar idéias em belas apresentações no tempo que você leva para ir de ônibus ao trabalho. O segredo? Acesso a um rico acervo integrado de imagens e ilustrações gratuitas.

Pixxa Perspective (iPad)

Uma apresentação nada mais é do que uma história audiovisual. Esta é a idéia do Perspective, uma poderosa ferramenta para o iPad que exige um certo aprendizado, e tem um preço alto.

Prezi (Web, Windows, Mac, iOS)

um dos precursores nesta mudança brusca nas apresentações pessoais e chatas é o Prezi. Capas de criar atraentes animações customizadas que deixam as apresentações comuns comendo poeira.

Bom, ficam mais opções.

Mentalidade Mobile First

A ideia defendida por Luke Wroblewski é simples: desenhar sua solução primeiro para mobile, depois para web. Esse exercício forçará o seu poder de síntese ao máximo e, ao transportar para a versão web, você já terá limado o excesso de conteúdo.

Segundo Luke, o excesso de informação em grande parte dos sites se dá porque é relativamente fácil adicionar conteúdo web.

“O mobile não deixa espaço para nenhum conteúdo de relevância duvidosa. Você precisa saber o que realmente importa. Para fazer isso você precisa conhecer bem os seus usuários e o seu mercado.”, afirma Luke.

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Um dispositivo mobile é por muitas vezes o primeiro dispositivo conectado que um bebê ou uma criança pequena interage e se familiariza. Se hoje eu der o kindle para meu bebê com 10 meses, ele tenta arrastar a tela como se fosse meu Smartphone.

“… Esta mentalidade mobile-first molda como eles interagem com o mundo e criam expectativas para tudo a sua volta. Incluindo dispositivos non-touch ou objetos inanimados, touch-friendly e sempre conectados. Estas mentes mobile-first são livres dos modelos mentais do passado da computação, e como resultado certamente moldarão o que esperamos mais a frente do nosso “mundo conectado.”

A definição mobile-first de Luke consiste em três principais componentes:

  1. O crescimento do mobile é, mais do que nunca, uma grande oportunidade de atingir as pessoas;

  2. As restrições do meio mobile nos força a focar no que realmente importa;

  3. E as capacidades do mobile criam oportunidades inovadoras.

Então? Será que mobile-first seria a arquitetura a se pensar? Ou estamos apenas em mais um modismo?