Ciclo OODA na arte da guerra dos negócios rápidos

Estratégia é uma das disciplinas que deveria ter grande importância para nossa vida, ouso dizer que deveria ser ensinada nas escolas. Uma boa estratégia tem grande valor, basta observar sua ampla discussão no livro a Arte da Guerra, de Sun Tzu.

Pensando nisso, John Boyd, Coronel da Força Aérea Norte Americana nascido em 1927 desenvolveu um modelo para a tomada de decisão no combate aéreo, e sua potencial utilização ao mundo dos negócios tornou-se evidente. Sua história é um fato a parte e pode ser pesquisada para entender melhor seu objetivo, mas podemos resumir no que chamamos de ciclo OODA.

O Ciclo OODA é um modelo baseado em um ciclo de quatro pontos que apoia uma tomada de decisão rápida e eficaz.

Observar, Orientar, Decidir e Agir

Qual a diferença entre o OODA e o PDCA?

O ciclo do PDCA(ou ciclo de Deming) é uma abordagem analítica que pode ser usada de maneira interna. Dependendo do processo que estamos tentando melhorar, não é necessário consultar o ambiente externo ou realizar qualquer ajuste para que o ciclo do PDCA funcione.

O PDCA tem grande sucesso em chão de fábrica. Envolve o uso de um conjunto de dados para chegar a uma conclusão. Utilizamos os dados para tomar uma decisão sobre como proceder, nós verificamos e agimos para confirmar ou rejeitar a possibilidade analisada.

O ciclo OODA tem maior foco em sintetizar uma ação em um conjunto de dados, mesmo que incompletos, para tomar uma decisão rápida e efetiva.

Mas o ciclo OODA peca no aspecto da Qualidade e dos testes que não são as prioridades no topo das suas entregas, já que a visão é rapidez. Porque para acelerar o seu ciclo OODA, é preciso terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos.

Assim como a capacidade de “agir” nem sempre é simples o suficiente para ser um requisito atendido por um único projeto. Mesmo falando de ágil.

Mas poderia ser bem empregada com o uso de metodologias como a 6sigma, onde o PDCA também é usado.

Adventurous Thinking surge como upgrade do Design Thinking?

Como posso falar de Adventurous Thinking se estou me aprofundando recentemente em Design Thinking? É a pergunta que me faço também, mas é simples de entender. Mas quase tudo cresce exponencialmente e o conhecimento está nesta lista. Conhecimento e a curiosidade permeia desde sempre o Mundo livre em que vivemos.

Então…

Falei no post sobre Design Thinking e procurei entender mais sobre o que seria este upgrade para o Adventurous Thinking, desenvolvidos pela Adventurous Thinking Sally Domínguez, como uma nova estratégia de inovação. Na visão de Sally, esse método amplia o pensamento criativo, promove inovações consistentes e ajuda a tornar sistemas, produtos e estratégias mais robustos e sustentáveis a longo prazo. Pra mim só a possibilidade de tornar sustentável a longo prazo já é uma grande vantagem, não que ela não conste em outras metodologias, mas ele é um pilar no Adventurous Thinking. Que ainda combina as pesquisas mais recentes sobre caminhos neurais, apresentando ferramentas e técnicas que permitem que cada pessoa seja mais curiosa e inovadora.

As cinco lentes do Adventurous Thinking

Cada lente serve para provocar um ponto de vista distinto e extremo em uma estrutura. Quando usado como um conjunto, essas lentes pluralizam um produto ou sistema e revelam seus múltiplos significados e soluções mais diversificadas.

Parkour, esta visão fala em proatividade, onde não é preciso ter um problema.

ReThinking possibilita a pessoa se tornaria mais criativa e conseguiria pivotar seu negócio, caso necessário. Gosto bastante também da possibilidade, senão, necessidade de reavaliar o capital humano das empresas.

Sideways fala sobre termos um pensamento empático e entender sua equipe, permitindo inovar e tomar melhores decisões.

Além da Sideways a Negative Spaces ajuda na hora de tomar uma decisão, porque ela busca ter um olhar contextual sobre o papel de determinada ação em seu ambiente.

O Backwards fala em planejar o ciclo de vida do projeto como um todo, não apenas sua criação.

Conforme o que já aprendi, é essencial ser criativo e acreditar que tem a capacidade de fazer essas conexões inesperadas, dando a oportunidade para o seu cérebro ir a caminhos diferentes.

Respondendo a pergunta do título…

Há sim uma possibilidade que Adventurous Thinking seja um upgrade para o Design Thinking. Mas ainda preciso conhecer mais para concluir.
Então, vamos continuar aprendendo mais.

UX & Design Thinking

Sou fã e um apaixonado por metodologias, estudo várias e não deixaria passar UX & Design Thinking. Até acho que demorei demais, já que surgiu no mercado a muito tempo e como comentei no twitter, descobri que agora surge o Adventurous Thinking, que falarei um outro post.

Talvez esta demora se de por mudanças de perfil, mudanças pessoais entre outros fatores. Mas conforme o curso for avançando e eu aprenda, vou postando este conhecimento.

Pra mim…

UX é baseado em uma atitude, uma mentalidade que visa capturar as necessidades insatisfeitas do usuário no contexto de uma determinada experiência e transformá-las em oportunidades de design, através de um processo feito de etapas específicas, fornecidas principalmente pelo Design Thinking. O foco de UX é a resolução de problemas tendo como ponto o ser humano.

A técnica pode ser aplicada a qualquer contexto, sem exceções e sua adaptabilidade faz do Design Thinking, um poderoso recurso para a melhoria contínua de produtos e serviços.

 

Mas começando do começo

Design Thinking surge no final de 1969 sobre métodos de design, “ The Sciences of the Artificial ”, o Prêmio Nobel Herbert Simon descreveu um dos primeiros modelos formais do processo de Design Thinking. O modelo de Simon consiste em sete etapas principais, cada uma com estágios e atividades de componentes, e foi amplamente influente em alguns dos modelos de processo de Design Thinking mais utilizados atualmente.

Mas hoje em dia, existem muitas variantes do processo de Design Thinking em uso, e embora possam ter números diferentes de estágios, variando de três a sete, todas elas são baseadas nos mesmos princípios apresentados no modelo de 1969 de Simon.

Gostei bastante do modelo de cinco estágios proposto pelo Instituto Hasso-Plattner de Design em Stanford. Os cinco estágios do Design Thinking, de acordo com a d.school, são: Empatia , Definição (o problema), Ideia, Protótipo e Teste. Apesar de acreditar que conforme meu aprendizado evolua, minha tendência natural seja diminuir para 3 estágios.

 

Mas vou falar dos cinco estágios do Design Thinking, de acordo com a d.school:

1. Empatia

A primeira etapa do processo de Design Thinking é obter uma compreensão empática do problema que você está tentando resolver.

2. Definir (o problema)

Durante o estágio de Definição, você reúne as informações que você criou durante o estágio Empatia. Podendo observar e sintetizar para definir os principais problemas que você e sua equipe identificaram até o momento.

3. Ideia

Durante o terceiro estágio do processo de Design Thinking, os designers estão prontos para começar a gerar ideias. Tendo a compreensão das necessidades dos usuários, você analisou e sintetizou suas observações no estágio de Definição, e acabou com uma declaração de problema centrada no ser humano. Com esse sólido histórico, você e os membros de sua equipe podem começar a pensar fora da caixa para identificar novas soluções para a declaração de problema que você criou. Neste ponto estou achando bem legal, pois é possível procurar alternativas de visualizar o problema. Existem centenas de técnicas de ideação , como Brainstorm, Brainwrite, Worst Possible Idea, e muitas outras. Na minha opinião o Brainstorm e uma das Piores e crazy 8’s é uma das melhores.

5. Teste

Nesta etapa é o momento de avaliar com rigor o produto completo, usando as melhores soluções identificadas durante a fase de prototipagem. Este é o estágio final do modelo de 5 estágios, mas em um processo iterativo, os resultados gerados durante a fase de testes são frequentemente usados para redefinir um ou mais problemas e informar a compreensão dos usuários, as condições de uso, como as pessoas pensam , se comportar e sentir e ter empatia.

Em resumo

Enquanto UX é mais voltado para tornar a usabilidade do produto melhor para o usuário, o Design Thinking é uma forma de interação, flexibilização e foco na colaboração entre designers e usuários, com ênfase em trazer ideias para a vida com base em como os usuários reais pensam, sentem e se comportam.

Isso é o começo, já tenho posts preparados para falar mais sobre o tema e evoluir nestas discussões.

Gestão de Problemas com Matriz GUT

Matriz GUT é uma ferramenta de auxílio na priorização de resolução de problemas. A matriz serve para classificar cada problema que você julga pertinente para a sua empresa tendo como foco a gravidade (do problema), a urgência (de resolução dele) e a tendência (dele piorar com rapidez ou de forma lenta).

Com uma matriz GUT você pode planejar estratégicamente como vai trabalhar um problema e aplicar em conjunto com ferramentas como a Matriz SWOT, Diagrama de Pareto, Diagrama de Ishikawa ou Ciclo PDCA.

 

Conceitos Essenciais da Matriz GUT

Não existe mistério na utilização da matriz GUT. Os conceitos essenciais dessa ferramenta de gestão passam pelo entendimento dos 3 atributos de classificação de problemas.  Não existe regra definida para  quais estratégias ou problemas priorizar, tudo vai depender do tamanho da estratégia e da equipe. O princípio de Pareto (80 – 20), que diz que 80% das consequências vem de 20% das causas, nos ajuda a identificar que devemos priorizar cerca de 20% das estratégias a definir.

A pontuação varia de 1 a 5 seguindo o critério de cada um dos 3 atributos

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Porque Agile Couch à Scrum Master

Você pode pensar, porque diabos alguém preferiria ser Agile Couch à Scrum Master. Fora o modismo, vamos entender um pouco mais sobre as diferenças e usar o exemplo da cultura ágil do Spotify®.

 

 

Hoje as empresas buscam por uma metodologia que possibilita ser mais ágeis em seus processos, principalmente quando falamos de desenvolvimento de software. A exemplo da  Spotify® lançada em 2008, a empresa era bastante focada em scrum. Scrum é uma abordagem de desenvolvimento muito ágil e madura, e isso trouxe uma cultura fortíssima para a empresa baseada em times.

Após alguns anos de crescimento a empresa passou a ter inúmeros times. Desta forma, percebeu-se que deveriam adaptar algumas práticas do scrum , deixaram muitas regras do scrum como opcionais. Essa é a forma correta de entender o que é ser ágil, e que essa agilidade vai além do Scrum.

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FlowTime um Método para otimizar o foco

Quando utilizamos um método como Pomodo ou Chunking  o tempo pode acabar quando você ainda estava com foco produtivo na tarefa, naquele momento em que você sabe que não precisaria parar, você está com alto nível de concentração, atenção e foco.

Então é preciso de uma maior flexibilidade no período de produtividade em que se aproveite o custo/benefício do tempo, energia e concentração ao máximo.  Eis que entra a técnica de Flowtime, que é orientada ao foco e resolve esse problema.

Flowtime é o período de alto foco para produzir algo no estado de flow, o momento de produtividade máxima em que se utiliza a maior capacidade de energia física e mental que temos e da tarefa em si que estamos realizando.

Um flowtime tem duração de 10 a 90 minutos, e pode ser estendido de acordo com seu foco. Quando o período previsto
acabar e você ainda estiver com o foco em um nível alto e produtivo, deve-se continuar produzindo. Então deixe o cronometro por mais tempo e siga seu estado de produtividade.

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Squad, times cross-funcionais

A evolução da aplicação de Metodologias Ágeis muda não somente como as empresas pensam seu trabalho, mas também como elas moldam seus times. Nesta ideia de equipes cross-funcional  e que surgiu o Squad, que ganhou maior visibilidade após ser divulgada de como a  Spotify, empresa sueca de streaming de música, organiza e estrutura seus times.

Squads

Squads são a unidade básica de organização dos times, geralmente em torno de uma feature, ou subsecção de uma funcionalidade. Podem ter até 10 membros, cross-funcional a ponto de conterem expertise dentro do grupo para desenvolver todos os aspectos do produto e definir suas prioridades alinhadas com o objetivo da empresa.

No modelo de Squad, não há uma figura de liderança formal. As lideranças são mais orgânicas, já que os times são auto-geridos. Eles se baseiam em aspectos técnicos e funcionais do trabalho e de seus projetos.

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Técnica Chunking: Método flexivel para mais foco

Voltando a um tema que adoro, Produtividade, conheci a dois anos a Técnica Chunking, ela é semelhante ao Pomodoro criada por Jurgen Appelo, criador do Management.

A grande sacada da Chunking é que ela não usa períodos de tempo fixo como o Pomodoro, mas períodos de tempos variáveis, chamados de chunks.

Um chunk de trabalho é qualquer atividade de foco que dura de 10 a 60 minutos, com a média sendo menor que 30 minutos.
O tempo do chunk é escolhido de acordo com a tarefa e sua disponibilidade de tempo. Trazendo flexibilidade também
para utilizar espaços curtos de tempo do dia a dia entre atividades. Um chunk de trabalho pode ser uma tarefa pequena e completa.
Um chunk pode ser também uma fatia bem definida de um projeto maior ou também um conjunto de tarefas pequenas e não relacionadas, tais como tarefas de um checklist.

APLICANDO CHUNKINGS

Podemos definir os chunks e 3 requisitos cruciais:

  1. Eles têm um início e um fim naturais e lógicos;
  2. Não podem ser interrompidos;
  3. Pausas entre chunks são desejáveis;

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Matriz SWOT: O que é e como usar

SWOT é a sigla dos termos ingleses Strengths (Forças), Weaknesses(Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) que consiste em uma ferramenta de análise bastante popular no âmbito empresarial.

Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise ambiental, sendo a base da gestão e do planejamento estratégico numa empresa ou instituição, recolhendo dados importantes que caracterizam o ambiente interno(forças e fraquezas) e externo (oportunidades e ameaças) da empresa.

Graças à sua simplicidade pode ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.

A técnica de análise SWOT foi elaborada pelo norte-americano Albert Humphrey, durante o desenvolvimento de um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford entre  1960 e 1970, usando dados da Fortune 500, uma revista que compõe um ranking das maiores empresas americanas.

As informações referidas abaixo devem ser enquadradas nas categorias SWOT para análise do cenário da empresa:

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Sobre 2018 e hibot.chat

Sobre 2018, acho que começa com tudo, 2017 foi um bom ano, mas eu não vinha evoluindo pessoalmente, então planejei e coloquei em prática dois projetos pessoais:  Minha próxima linha de estudos avançando em Data Science, Artificial Intelligence e Cloud e minha nova aplicação, hibot.chat.

Minha próxima linha de estudos, avançando em Data Science, Artificial Intelligence e Cloud

São áreas que eu consegui chegar ao nível mínimo para avançar e finalmente aprender e praticar o que penso ser o futuro, quem sabe contribuir com a criação dele.

Data Science é uma ciência que estuda as informações, seu processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados. É o estudo disciplinado dos dados e informações inerentes ao negócio e todas as visões que podem cercar um determinado assunto.

Artificial Intelligence  vem nos cercando a anos, uma paixão são os livros de Isaac Asimov  ou como tratado em 1956, John McCarthy, um professor universitário, criou o termo para descrever um mundo em que as máquinas poderiam “resolver os tipos de problemas que hoje são reservados para humanos.”

Tem relação com à capacidade das máquinas de pensarem como seres humanos – de terem o poder de aprender, raciocinar, perceber, deliberar e decidir de forma racional e inteligente. Essas capacidades passam por várias áreas da ciência da computação como Machine Learning, Deep Learning, Processamento de Linguagem Natural e assim por diante.

Artificial Intelligence é um tema tão amplo que ficam para postagens futuras.

Cloud que venho a anos estudando tem um crescimento também exponencial e liberta empresas e profissionais do ciclo de fechamento, propiciando a evolução humana. Vejo até a possibilidade de uma mente coletiva originada da cloud.

O Google projeta que o futuro da nuvem será influenciado por um volume de transformações tecnológicas jamais vistas na história da indústria. A pressão pela inovação em produto tem puxado os provedores de TI a repensarem praticamente tudo na infraestrutura computacional.

Dessa forma, as capacidades criadas acelerarão a evolução da tecnologia de forma exponencial. Assim, o software será melhor, mais rápido e mais útil na tarefa de trazer retornos às empresas. A expectativa frente aos recursos computacionais será mais elevada com relação aos recursos de TI.

Além disso, as aplicações precisarão prever o que os usuários querem, logo, precisarão recursos de análise e machine learning. O cenário desencadeará uma postura de NoOps, que tende a acelerar a entrada de sistemas em produção em escala.

fonte externa não declarada.

Como tudo, será refletido em minhas postagens, mas nunca abandonando temas chaves e que hoje me vejo incluído como Gestão de liderança e metodologias e mobile.

 

Minha nova aplicação, hibot.chat

É mais que um sonho pessoal, é uma contribuição ao futuro, mesmo que tão simples comparado ao mercado. A criação de um projeto pessoal que dependia de conhecimento e muito trabalho. Se você me conhece, colocar a mão na massa nunca foi um problema, então resolvi dar o próximo passo.

Criei a hibot.chat, que hoje compreende menos de 500 palavras no idioma português, tem uma logica inicial implementada em machine learning que assimila de 4 em 4 dias novos conhecimentos. Já disponibilizado inclusive com possibilidade de interações.

hibot.chat é uma aplicação comercial, sendo disponibilizada no formato chatbot com capacidade de interação com atendimento humano dentro do nível necessário. Uma das ideias é quase zerar a necessidade de interação humana e liberando seu time para fazer o que realmente importa, diminuindo custos e atendendo corretamente os clientes. Tudo 24/7 e com comunicação de forma natural.

O projeto é evolutivo e longo, mas pretendo disponibilizar em inglês até 2019 todo conhecimento assimilado até lá.

Versões e evoluções serão informadas no site(hibot.chat), em redes sociais e blog(https://medium.com/hibotchat) da aplicação.

 

Todo esse novo conhecimento e projeto será compartilhado aqui também e me deixa muito feliz. Espero que gostem e compartilhem.

hibot.chat

medium.com/hibotchat

twitter.com/hibotchat

https://www.facebook.com/Hibotchat-1226255624185527/