Mais máquinas no varejo

Esta semana notei que duas lojas de grandes varejistas do país investiram em modelos industriais de limpeza. Não leve para o lado crítico da ideia que estou tentando passar, mas também notei que nestas lojas os funcionários que antes passavam seu dia na mesma atividade já não a fazem mais nestas lojas.

Então quando falo em troca de mão de obra humana por máquinas, falo deste tipo de troca. Uma troca que inicia na mão de obra mais comum e não menos vital para todos.

Estes serviços existiram sempre, e obviamente mesmo que eu seja fã de um futuro onde as máquinas facilitem nossa vida, penso no lado humano da coisa.

Precisamos repensar nossos cargos e estilo de vida. Eu estou repensando os meus.

Criado via mobile

Sobre 2018 e hibot.chat

Sobre 2018, acho que começa com tudo, 2017 foi um bom ano, mas eu não vinha evoluindo pessoalmente, então planejei e coloquei em prática dois projetos pessoais:  Minha próxima linha de estudos avançando em Data Science, Artificial Intelligence e Cloud e minha nova aplicação, hibot.chat.

Minha próxima linha de estudos, avançando em Data Science, Artificial Intelligence e Cloud

São áreas que eu consegui chegar ao nível mínimo para avançar e finalmente aprender e praticar o que penso ser o futuro, quem sabe contribuir com a criação dele.

Data Science é uma ciência que estuda as informações, seu processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados. É o estudo disciplinado dos dados e informações inerentes ao negócio e todas as visões que podem cercar um determinado assunto.

Artificial Intelligence  vem nos cercando a anos, uma paixão são os livros de Isaac Asimov  ou como tratado em 1956, John McCarthy, um professor universitário, criou o termo para descrever um mundo em que as máquinas poderiam “resolver os tipos de problemas que hoje são reservados para humanos.”

Tem relação com à capacidade das máquinas de pensarem como seres humanos – de terem o poder de aprender, raciocinar, perceber, deliberar e decidir de forma racional e inteligente. Essas capacidades passam por várias áreas da ciência da computação como Machine Learning, Deep Learning, Processamento de Linguagem Natural e assim por diante.

Artificial Intelligence é um tema tão amplo que ficam para postagens futuras.

Cloud que venho a anos estudando tem um crescimento também exponencial e liberta empresas e profissionais do ciclo de fechamento, propiciando a evolução humana. Vejo até a possibilidade de uma mente coletiva originada da cloud.

O Google projeta que o futuro da nuvem será influenciado por um volume de transformações tecnológicas jamais vistas na história da indústria. A pressão pela inovação em produto tem puxado os provedores de TI a repensarem praticamente tudo na infraestrutura computacional.

Dessa forma, as capacidades criadas acelerarão a evolução da tecnologia de forma exponencial. Assim, o software será melhor, mais rápido e mais útil na tarefa de trazer retornos às empresas. A expectativa frente aos recursos computacionais será mais elevada com relação aos recursos de TI.

Além disso, as aplicações precisarão prever o que os usuários querem, logo, precisarão recursos de análise e machine learning. O cenário desencadeará uma postura de NoOps, que tende a acelerar a entrada de sistemas em produção em escala.

fonte externa não declarada.

Como tudo, será refletido em minhas postagens, mas nunca abandonando temas chaves e que hoje me vejo incluído como Gestão de liderança e metodologias e mobile.

 

Minha nova aplicação, hibot.chat

É mais que um sonho pessoal, é uma contribuição ao futuro, mesmo que tão simples comparado ao mercado. A criação de um projeto pessoal que dependia de conhecimento e muito trabalho. Se você me conhece, colocar a mão na massa nunca foi um problema, então resolvi dar o próximo passo.

Criei a hibot.chat, que hoje compreende menos de 500 palavras no idioma português, tem uma logica inicial implementada em machine learning que assimila de 4 em 4 dias novos conhecimentos. Já disponibilizado inclusive com possibilidade de interações.

hibot.chat é uma aplicação comercial, sendo disponibilizada no formato chatbot com capacidade de interação com atendimento humano dentro do nível necessário. Uma das ideias é quase zerar a necessidade de interação humana e liberando seu time para fazer o que realmente importa, diminuindo custos e atendendo corretamente os clientes. Tudo 24/7 e com comunicação de forma natural.

O projeto é evolutivo e longo, mas pretendo disponibilizar em inglês até 2019 todo conhecimento assimilado até lá.

Versões e evoluções serão informadas no site(hibot.chat), em redes sociais e blog(https://medium.com/hibotchat) da aplicação.

 

Todo esse novo conhecimento e projeto será compartilhado aqui também e me deixa muito feliz. Espero que gostem e compartilhem.

hibot.chat

medium.com/hibotchat

twitter.com/hibotchat

https://www.facebook.com/Hibotchat-1226255624185527/

As Três Grandes Mudanças Introduzidas Pelo Carro Autônomo

Segundo Robin Page, designer de interiores da Volvo, onde antes em seus estúdio de design em Gotemburgo, eram postadas idéias inspiradoras sobre carros,  agora eles estão casas, barcos e gadgets.  “Um novo mundo está sendo aberto.” A razão? Carros que se dirigem.

Os Carro Autônomo introduzem três grandes mudanças. O primeiro é o que você pode fazer em um carro quando você não está atrás do volante. O protótipo de carro sem motor da Volvo, o Concept 26, tem telas que se dobram para fora das portas e assentos reclináveis, como uma cabine de avião de primeira classe para pessoas que querem ler seus e-mails ou tirar uma soneca. Confesso que eu gostaria de ler, mas não sei se não tiraria uma boa soneca até chegar ao estacionamento da firma.

A Ford patenteou um design para uma tela no carro que cobre o pára-brisa. “O carro está se tornando uma espécie de ‘terceiro espaço'”, diz Hartmut Sinkwitz da Mercedes, “uma dobradiça entre casa e escritório”.

As idéias estão ficando mais radicais. “Se você não tem que dirigir, você pode entrar em experiências”, segundo Page a revista The Economist. “Estamos pensando em fazer nossos interiores escapar da cidade, levando você para as montanhas ou floresta com projeções, cheiro e sons”. Ele também está pensando em flexibilidade. Nos barcos o espaço é muitas vezes multiuso. “Você pode ter seis pessoas sentadas ao redor de uma mesa que depois se transforma em uma cama.”

A segunda mudança é a segurança. A tecnologia sem condutor reduzirá os acidentes em mais de 90%. “Isso significa que você não tem que construir carros como tanques, com zonas de amassamento e carroçaria cheia de airbags”, diz Dale Harrow, professor de design de veículos no Royal College of Art de Londres. Este ano, ele está lançando um departamento interdisciplinar, para misturar seus alunos com arquitetos e fabricantes de móveis. “Veremos mais vidro na carroceria, como nas casas modernistas, e os materiais leves que você adquire no mobiliário contemporâneo: assentos feitos de diversos materiais como a fibra de carbono moldada. ”

O terceiro fator é a marca. “Os interiores serão a principal diferença entre os fabricantes de automóveis”, diz Harrow. “…como uma competição de materiais e qualidade, isso é sobre como o carro permite que você ocupe seu tempo.”

É ou não é bacana pensar em todas essas possibilidades para reinventar um mundo que começou muito lá atrás com a carroça?