Ser Genial ou ter Atitude?

Com o passar do tempo e do ímpeto da juventude, você acaba vendo de uma forma mais amena seus próprios defeitos. Verdadeiramente, você descobre que eles são partes suas importantes, que defeitos fazem parte de você, ninguém é perfeito.

Tenho me auto avaliado, e isso não é fácil, mas é necessário se você quer ser uma pessoa melhor. Hoje tenho certeza de que não sou uma pessoa genial, daquelas de realizar maravilhosos brainstorms, de idealizar inovações fantásticas que mudariam o Mundo. Mas isso não me impede de seguir em frente. É bem mais trabalhoso, mas seria mais fácil se eu fosse genial?

Mas você já se pegou desconfiado das suas próprias competências e de não conseguir aceitar e admitir suas conquistas? Se sua resposta foi sim, você já passou pela síndrome do impostor. Passei por essa fase a alguns anos atrás e é bem comum em novos desafios.

Mas até que ponto a Genialidade e a Atitude podem influenciar no todo da nossa vida e na vida das demais pessoas? Vejo pessoas geniais escondidas e outras, nem tão geniais assim na mídia.

Não te faz pensar também se talvez aquela falta de atitude, escondida em uma ação teria feito mais a diferença?

E quando as duas coisas, atitude e genialidade se juntam, temos startups unicórnios, gênios premiados e exportados, grandes oradores e escritores.

Resumindo, é preciso ter atitude!  Arriscar, se expor e encarar a vida de frente. Afinal, o não você já tem e só se vive uma vez.

 

Sobre Agile Coach

Agile Coach é basicamente um profissional com conhecimento e experiência em ágil, que tem por objetivo implantar, disseminar, adaptar e ser o agente da mudança no ambiente em que estiver inserido.

Um Agile Coach é muito mais que um Scrum Master, ele tem que ter a capacidade de inspirar e influenciar, pensando sempre no desenvolvimento das pessoas e dos times.

Além da experiência e essa capacidade de coaching, é importante que um Agile coaching tenha uma formação formal para que suas próprias capacidades de influenciar e inspirar sejam remodeladas.

Para me preparar de forma correta e massificar em minha mente está nova possibilidade, desde 2017 criei apartir do meu conhecimento, experiências e necessidades um cronograma de formações para executar durante 2018. Está formação para qualificação como Agile Coach está completa com a certificação de Coaching do expecional Adriano Sugimoto.

Somente realizar alguns cursos específicos não é o suficiente para estar apto, se exige toda uma mudança cultural, pessoal e profissional que você deve trabalhar continuamente.

Na minha visão, um Agile Coach deve procurar mais que o trabalho de disseminação do Agile, deve ser uma busca pessoal para que as pessoas se sintam bem implementando as práticas que mais se adaptam a realidade delas. É estudar e identificar metodologias que dentro desta realidade, Agile ou não, possam ser melhoradas.

Velhos Novos Conhecimentos

Precisamos de mais resolvedores de problemas, desfazedores de nós, visionários com capacidade de realização, multiplicadores de conhecimento e sonhos.

Para entender melhor, pense que você é Matt Damon e está “Perdido em Marte”, sozinho, com suprimentos limitados e não sabe se algo poderá ajudá-lo. Sei que é dramático demais, mas muitas vezes você se sentirá assim.

A única saída é: Resolva você.

Penso assim diariamente, sou um resolvedor de problemas. Problemas do tipo: Não tenho especialistas em ferramentas da Atlassian, espero sentado o resgate ou corro atrás do conhecimento!?

Resposta: As ferramentas da Atlassian são excelentes e eu já trabalhava com muitas: Confluence, Jira, Bitbucket, trello, bamboo.. Mas certas dificuldades encontradas em certos cenários me fizeram correr atrás desde dois conhecimentos.

Acredite, conhecimento nunca é demais, mesmo que muitas vezes, eles saiam do seu foco.

Do not stop.

Facebook e o que aprendemos com Elizabeth Holmes CEO da Theranos

Um CEO genial, uma tentativa de tirá-lo do conselho de sua Startup. Será que veremos a historia se repetir? Com os últimos acontecimentos ocorridos com o CEO e Presidente do conselho do Facebook Mark, originado pelos números desastrosos, vazamento de dados, Cambridge Analytics, envolvimento nas eleições, fakes news e queda na bolsa, me fez voltar a pesquisar sobre Elizabeth Holmes, CEO da Theranos.

Theranos foi uma startup criada em 2003 pela CEO Elizabeth Holmes aos 19 anos, com o objetivo de levar saúde e longevidade ao Mundo de forma rápida e barata. Através do aparelho batizado de Edison, poderia realizar mais de 200 exames de sangue, por um preço inferior a 3 dólares, e entregar resultados imediatos.

Holmes estava de olho em um mercado de mais de 75 milhões de dólares anuais a theranos foi avaliada em 9 bilhões de dólares e Holmes e se tornou uma celebridade do universo da tecnologia. Sendo inclusive chamada pela imprensa de a “Steve Jobs de saias”. Obteve o título de sexta empresária com menos de 40 anos mais rica dos Estados Unidos.

Eu assisti alguns vídeos e Holmes vendia sua ideia com uma paixão, que torna compreensível o alcance que tomado. Paixão pode vender mais que um produto real, e startups tem investido muito em paixão.

Em sua diretoria da Theranos era formada pelo ex-secretário de Estado Henry Kissinger, pelo ex-secretário de Defesa William Perry, pelo ex-senador Sam Nun e, ocupando papel de destaque, o ex-secretário de Estado George Schultz. Todos pertencentes ao Hoover Institution, um famoso instituto de pesquisa da Universidade de Stanford, na Califórnia. Universidade esta que Holmes cursou algumas aulas de engenharia quimica, que foram o suficiente para brilhar a ideia de criação da theranos.

Fora seus privilégios familiares que lhe forneceram uma boa rede de contatos, Holmes contou com o grande interesse do mercado americano em promessas “disruptivas”, por volta de 2010. Esse termo, cunhado em Harvard, foi e ainda é usado para definir os empreendimentos inovadores capazes de substituir, com soluções mais simples e baratas, as empresas líderes do mercado.

Além dessa ansiedade do mercado, Holmes foi beneficiada por uma filosofia típica das empresas de tecnologia do Vale do Silício em, tolerar a possibilidade de mentir sobre as qualidades de um produto para ganhar tempo até que se tornassem verdadeiras. Holmes, segundo fontes, não vendeu a sua parte da empresa, não criou patrimônio e seus salário de diretoria não é superior a 20 mil dólares mês.

Após processo de investigação da Securities and Exchange Commission, que regula o mercado de ações ter concluído que houve fraude, Holmes devolveu 700 milhões de dólares aos investidores e pagou 500 mil dólares em multas, deve ainda, ficar 10 anos sem se envolver em qualquer tipo de empresa. Hoje sua preocupação é com a possibilidade de 20 anos de prisão.

Mas a história de Holmes e da Theranos poderia render um excelente filme ou livro com direito a: conspirações, tramas, romance e fraudes bilionárias.

Holmes não é a única, temos muitos outros CEO’s e Startups que dariam uma boa história.

Fonte(s): https://www.linkedin.com/pulse/facebook-e-o-que-aprendemos-com-elizabeth-holmes-ceo-da-ederson-melo/

 

Adventurous Thinking surge como upgrade do Design Thinking?

Como posso falar de Adventurous Thinking se estou me aprofundando recentemente em Design Thinking? É a pergunta que me faço também, mas é simples de entender. Mas quase tudo cresce exponencialmente e o conhecimento está nesta lista. Conhecimento e a curiosidade permeia desde sempre o Mundo livre em que vivemos.

Então…

Falei no post sobre Design Thinking e procurei entender mais sobre o que seria este upgrade para o Adventurous Thinking, desenvolvidos pela Adventurous Thinking Sally Domínguez, como uma nova estratégia de inovação. Na visão de Sally, esse método amplia o pensamento criativo, promove inovações consistentes e ajuda a tornar sistemas, produtos e estratégias mais robustos e sustentáveis a longo prazo. Pra mim só a possibilidade de tornar sustentável a longo prazo já é uma grande vantagem, não que ela não conste em outras metodologias, mas ele é um pilar no Adventurous Thinking. Que ainda combina as pesquisas mais recentes sobre caminhos neurais, apresentando ferramentas e técnicas que permitem que cada pessoa seja mais curiosa e inovadora.

As cinco lentes do Adventurous Thinking

Cada lente serve para provocar um ponto de vista distinto e extremo em uma estrutura. Quando usado como um conjunto, essas lentes pluralizam um produto ou sistema e revelam seus múltiplos significados e soluções mais diversificadas.

Parkour, esta visão fala em proatividade, onde não é preciso ter um problema.

ReThinking possibilita a pessoa se tornaria mais criativa e conseguiria pivotar seu negócio, caso necessário. Gosto bastante também da possibilidade, senão, necessidade de reavaliar o capital humano das empresas.

Sideways fala sobre termos um pensamento empático e entender sua equipe, permitindo inovar e tomar melhores decisões.

Além da Sideways a Negative Spaces ajuda na hora de tomar uma decisão, porque ela busca ter um olhar contextual sobre o papel de determinada ação em seu ambiente.

O Backwards fala em planejar o ciclo de vida do projeto como um todo, não apenas sua criação.

Conforme o que já aprendi, é essencial ser criativo e acreditar que tem a capacidade de fazer essas conexões inesperadas, dando a oportunidade para o seu cérebro ir a caminhos diferentes.

Respondendo a pergunta do título…

Há sim uma possibilidade que Adventurous Thinking seja um upgrade para o Design Thinking. Mas ainda preciso conhecer mais para concluir.
Então, vamos continuar aprendendo mais.

Recomendação de leitura de post

Acho que todos temos dúvidas, de quem somos, para onde vamos, o que nos tornamos. Acordei assim hoje, feriado e tive a oportunidade de ficar em casa, já que trabalho em uma ótima empresa e com uma equipe fenomenal.

Eu nunca pensei em parar, tenho planos, sim, para minha aposentadoria, mas até estes planos darão trabalho. Pra mim trabalhar não é um problema, é algo tão natural que eu faço.

Nunca fui estático, se você reparar minha page now, estou fazendo um monte de coisas, e olha que tenho outra lista muito maior, organizada por horas semana, não mais: na segunda faço isso e aquilo, na terça aquele outro e mais este. Este modelo se foi. Acredito ter evoluído, ou desevoluido para o atual, onde para fazer isso eu preciso de 1hrs da minha semana. E se não der? paciência, o mundo não é um lugar perfeito e estático,eu não sou, meu filho então, nem pensar.

E por mais clichê que possa parecer, aprendi isso sendo pai. Você não tem mais seu tempo, você tem o tempo que eles te deixam ter. Se você diz que não, então talvez não esteja dando a atenção suficiente para seu filho. Mas a questão não é somente tempo, é qualidade.

Qualidade em tudo que fazemos, o que me lembra um post que acabei de ler no linkedin e que gerou esta recomendação de leitura: SEJA UM PATO, falando do porque você deveria escolher ser o pato(naquelas entrevistas de vagas) e de uma frase neste mesmo post: “Feito é melhor que perfeito”.  Lema da Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook. Essa frase/lema da Sheryl serve como  respostas as críticas de que ser um pato é: nadar, voar e caminhar, mas não fazer nenhum bem.

Hoje eu sou um pato, porque eu faço, faço as coisas acontecerem, mas não sei se tem sido o suficiente, se tenho avançado e quão bem estou indo, se é que estou indo para algum lugar.

Não negue que você as vezes, talvez raramente, para e pensa nisso também.

Resumindo todo este discurso acompanhado da recomendação para você ler o post, talvez certamente, hoje eu escolheria o pato.

 

 

[video] Você também já passou por isso!

Acho que uma imagem, no caso um vídeo, vale mais que mil palavras. Você já deve ter passado por isso, ou vai passar, ou pior, faz isso? Tão simples, porque complicar?

Atualizado para um vídeo melhor.

Criado e editado via mobile.

Porque Agile Couch à Scrum Master

Você pode pensar, porque diabos alguém preferiria ser Agile Couch à Scrum Master. Fora o modismo, vamos entender um pouco mais sobre as diferenças e usar o exemplo da cultura ágil do Spotify®.

 

 

Hoje as empresas buscam por uma metodologia que possibilita ser mais ágeis em seus processos, principalmente quando falamos de desenvolvimento de software. A exemplo da  Spotify® lançada em 2008, a empresa era bastante focada em scrum. Scrum é uma abordagem de desenvolvimento muito ágil e madura, e isso trouxe uma cultura fortíssima para a empresa baseada em times.

Após alguns anos de crescimento a empresa passou a ter inúmeros times. Desta forma, percebeu-se que deveriam adaptar algumas práticas do scrum , deixaram muitas regras do scrum como opcionais. Essa é a forma correta de entender o que é ser ágil, e que essa agilidade vai além do Scrum.

Read more

FlowTime um Método para otimizar o foco

Quando utilizamos um método como Pomodo ou Chunking  o tempo pode acabar quando você ainda estava com foco produtivo na tarefa, naquele momento em que você sabe que não precisaria parar, você está com alto nível de concentração, atenção e foco.

Então é preciso de uma maior flexibilidade no período de produtividade em que se aproveite o custo/benefício do tempo, energia e concentração ao máximo.  Eis que entra a técnica de Flowtime, que é orientada ao foco e resolve esse problema.

Flowtime é o período de alto foco para produzir algo no estado de flow, o momento de produtividade máxima em que se utiliza a maior capacidade de energia física e mental que temos e da tarefa em si que estamos realizando.

Um flowtime tem duração de 10 a 90 minutos, e pode ser estendido de acordo com seu foco. Quando o período previsto
acabar e você ainda estiver com o foco em um nível alto e produtivo, deve-se continuar produzindo. Então deixe o cronometro por mais tempo e siga seu estado de produtividade.

Read more

Squad, times cross-funcionais

A evolução da aplicação de Metodologias Ágeis muda não somente como as empresas pensam seu trabalho, mas também como elas moldam seus times. Nesta ideia de equipes cross-funcional  e que surgiu o Squad, que ganhou maior visibilidade após ser divulgada de como a  Spotify, empresa sueca de streaming de música, organiza e estrutura seus times.

Squads

Squads são a unidade básica de organização dos times, geralmente em torno de uma feature, ou subsecção de uma funcionalidade. Podem ter até 10 membros, cross-funcional a ponto de conterem expertise dentro do grupo para desenvolver todos os aspectos do produto e definir suas prioridades alinhadas com o objetivo da empresa.

No modelo de Squad, não há uma figura de liderança formal. As lideranças são mais orgânicas, já que os times são auto-geridos. Eles se baseiam em aspectos técnicos e funcionais do trabalho e de seus projetos.

Read more