Ederson Melo

Pessoas, Mobile, Cloud, Data Science, Internet of Things

Category: Gestão de Pessoas (page 1 of 6)

Gestão de Pessoas

FlowTime um Método para otimizar o foco

Quando utilizamos um método como Pomodo ou Chunking  o tempo pode acabar quando você ainda estava com foco produtivo na tarefa, naquele momento em que você sabe que não precisaria parar, você está com alto nível de concentração, atenção e foco.

Então é preciso de uma maior flexibilidade no período de produtividade em que se aproveite o custo/benefício do tempo, energia e concentração ao máximo.  Eis que entra a técnica de Flowtime, que é orientada ao foco e resolve esse problema.

Flowtime é o período de alto foco para produzir algo no estado de flow, o momento de produtividade máxima em que se utiliza a maior capacidade de energia física e mental que temos e da tarefa em si que estamos realizando.

Um flowtime tem duração de 10 a 90 minutos, e pode ser estendido de acordo com seu foco. Quando o período previsto
acabar e você ainda estiver com o foco em um nível alto e produtivo, deve-se continuar produzindo. Então deixe o cronometro por mais tempo e siga seu estado de produtividade.

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Squad, times cross-funcionais

A evolução da aplicação de Metodologias Ágeis muda não somente como as empresas pensam seu trabalho, mas também como elas moldam seus times. Nesta ideia de equipes cross-funcional  e que surgiu o Squad, que ganhou maior visibilidade após ser divulgada de como a  Spotify, empresa sueca de streaming de música, organiza e estrutura seus times.

Squads

Squads são a unidade básica de organização dos times, geralmente em torno de uma feature, ou subsecção de uma funcionalidade. Podem ter até 10 membros, cross-funcional a ponto de conterem expertise dentro do grupo para desenvolver todos os aspectos do produto e definir suas prioridades alinhadas com o objetivo da empresa.

No modelo de Squad, não há uma figura de liderança formal. As lideranças são mais orgânicas, já que os times são auto-geridos. Eles se baseiam em aspectos técnicos e funcionais do trabalho e de seus projetos.

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Técnica Chunking: Método flexivel para mais foco

Voltando a um tema que adoro, Produtividade, conheci a dois anos a Técnica Chunking, ela é semelhante ao Pomodoro criada por Jurgen Appelo, criador do Management.

A grande sacada da Chunking é que ela não usa períodos de tempo fixo como o Pomodoro, mas períodos de tempos variáveis, chamados de chunks.

Um chunk de trabalho é qualquer atividade de foco que dura de 10 a 60 minutos, com a média sendo menor que 30 minutos.
O tempo do chunk é escolhido de acordo com a tarefa e sua disponibilidade de tempo. Trazendo flexibilidade também
para utilizar espaços curtos de tempo do dia a dia entre atividades. Um chunk de trabalho pode ser uma tarefa pequena e completa.
Um chunk pode ser também uma fatia bem definida de um projeto maior ou também um conjunto de tarefas pequenas e não relacionadas, tais como tarefas de um checklist.

APLICANDO CHUNKINGS

Podemos definir os chunks e 3 requisitos cruciais:

  1. Eles têm um início e um fim naturais e lógicos;
  2. Não podem ser interrompidos;
  3. Pausas entre chunks são desejáveis;

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Matriz SWOT: O que é e como usar

SWOT é a sigla dos termos ingleses Strengths (Forças), Weaknesses(Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) que consiste em uma ferramenta de análise bastante popular no âmbito empresarial.

Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise ambiental, sendo a base da gestão e do planejamento estratégico numa empresa ou instituição, recolhendo dados importantes que caracterizam o ambiente interno(forças e fraquezas) e externo (oportunidades e ameaças) da empresa.

Graças à sua simplicidade pode ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.

A técnica de análise SWOT foi elaborada pelo norte-americano Albert Humphrey, durante o desenvolvimento de um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford entre  1960 e 1970, usando dados da Fortune 500, uma revista que compõe um ranking das maiores empresas americanas.

As informações referidas abaixo devem ser enquadradas nas categorias SWOT para análise do cenário da empresa:

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Sobre 2018 e hibot.chat

Sobre 2018, acho que começa com tudo, 2017 foi um bom ano, mas eu não vinha evoluindo pessoalmente, então planejei e coloquei em prática dois projetos pessoais:  Minha próxima linha de estudos avançando em Data Science, Artificial Intelligence e Cloud e minha nova aplicação, hibot.chat.

Minha próxima linha de estudos, avançando em Data Science, Artificial Intelligence e Cloud

São áreas que eu consegui chegar ao nível mínimo para avançar e finalmente aprender e praticar o que penso ser o futuro, quem sabe contribuir com a criação dele.

Data Science é uma ciência que estuda as informações, seu processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados. É o estudo disciplinado dos dados e informações inerentes ao negócio e todas as visões que podem cercar um determinado assunto.

Artificial Intelligence  vem nos cercando a anos, uma paixão são os livros de Isaac Asimov  ou como tratado em 1956, John McCarthy, um professor universitário, criou o termo para descrever um mundo em que as máquinas poderiam “resolver os tipos de problemas que hoje são reservados para humanos.”

Tem relação com à capacidade das máquinas de pensarem como seres humanos – de terem o poder de aprender, raciocinar, perceber, deliberar e decidir de forma racional e inteligente. Essas capacidades passam por várias áreas da ciência da computação como Machine Learning, Deep Learning, Processamento de Linguagem Natural e assim por diante.

Artificial Intelligence é um tema tão amplo que ficam para postagens futuras.

Cloud que venho a anos estudando tem um crescimento também exponencial e liberta empresas e profissionais do ciclo de fechamento, propiciando a evolução humana. Vejo até a possibilidade de uma mente coletiva originada da cloud.

O Google projeta que o futuro da nuvem será influenciado por um volume de transformações tecnológicas jamais vistas na história da indústria. A pressão pela inovação em produto tem puxado os provedores de TI a repensarem praticamente tudo na infraestrutura computacional.

Dessa forma, as capacidades criadas acelerarão a evolução da tecnologia de forma exponencial. Assim, o software será melhor, mais rápido e mais útil na tarefa de trazer retornos às empresas. A expectativa frente aos recursos computacionais será mais elevada com relação aos recursos de TI.

Além disso, as aplicações precisarão prever o que os usuários querem, logo, precisarão recursos de análise e machine learning. O cenário desencadeará uma postura de NoOps, que tende a acelerar a entrada de sistemas em produção em escala.

fonte externa não declarada.

Como tudo, será refletido em minhas postagens, mas nunca abandonando temas chaves e que hoje me vejo incluído como Gestão de liderança e metodologias e mobile.

 

Minha nova aplicação, hibot.chat

É mais que um sonho pessoal, é uma contribuição ao futuro, mesmo que tão simples comparado ao mercado. A criação de um projeto pessoal que dependia de conhecimento e muito trabalho. Se você me conhece, colocar a mão na massa nunca foi um problema, então resolvi dar o próximo passo.

Criei a hibot.chat, que hoje compreende menos de 500 palavras no idioma português, tem uma logica inicial implementada em machine learning que assimila de 4 em 4 dias novos conhecimentos. Já disponibilizado inclusive com possibilidade de interações.

hibot.chat é uma aplicação comercial, sendo disponibilizada no formato chatbot com capacidade de interação com atendimento humano dentro do nível necessário. Uma das ideias é quase zerar a necessidade de interação humana e liberando seu time para fazer o que realmente importa, diminuindo custos e atendendo corretamente os clientes. Tudo 24/7 e com comunicação de forma natural.

O projeto é evolutivo e longo, mas pretendo disponibilizar em inglês até 2019 todo conhecimento assimilado até lá.

Versões e evoluções serão informadas no site(hibot.chat), em redes sociais e blog(https://medium.com/hibotchat) da aplicação.

 

Todo esse novo conhecimento e projeto será compartilhado aqui também e me deixa muito feliz. Espero que gostem e compartilhem.

hibot.chat

medium.com/hibotchat

twitter.com/hibotchat

https://www.facebook.com/Hibotchat-1226255624185527/

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Futuro com Home Office

Caso não saibam, sou fã da Automattic, criadora da plataforma WordPress. Tanto as ferramentas quanto a metodologia de trabalho são fantásticas, futurísticas e muito e frente.

No Brasil a nova Legislação trabalhista pode ter aberto uma brecha que permite a modalidade Home Office, mas o quanto estamos maduros pessoal e profissionalmente para esta metodologia. Pensando em refletir sobre o tema, tenho estudado um pouco mais e identificado os casos mais conhecidos para analisar.

A exemplo de empresas 100% remotas, você sempre vai encontrar o case da Elastic, uma empresa de software, não possui escritórios, mas contava ou conta com 500 funcionários em cerca de 35 países. Para construir uma cultura comum, a empresa os reúne periodicamente, reunindo seus engenheiros nos EUA ou na Europa para se encontrar duas vezes por ano, disse o CEO Shay Banon . Quando os funcionários não se conhecem e suas únicas interações são via email, texto ou serviços de mensagens como o Slack,

Para evitar conflitos de escalada, Elastic mantém um canal de vídeo constante. “Uma das regras que temos é quando algo chega a um ponto de ebulição, vá ao vídeo e conversa”, disse Banon .

Mas veja a Automattic, a empresa de tecnologia criadora da plataforma WordPress.com, que tem um belo escritório em um armazém convertido em São Francisco, com tetos altos, uma biblioteca euma porta de celeiro customizada . Lindo demais o lugar, amistoso pelas fotos para se ir trabalhar.

Mas depois que sua CEO Matt Mullenweg chegou a conclusão que os empregados não estavam tão presentes assim, resolveu colocar o endereço 140 Hawthorne a venda.

A Automattic sempre deu aos seus 550 funcionários a opção de trabalhar remotamente; O espaço de San Francisco era um espaço de co-trabalho opcional, disse o porta-voz Mark Armstrong. A empresa mantém escritórios similares na Cidade do Cabo, África do Sul e fora de Portland, Maine, e dá aos funcionários um salário de US$ 250 por mês, se eles quiserem usar escritórios comerciais em outros lugares.

 

Mas se eles quiserem trabalhar na Starbucks, a Automattic pagará seu café. Imagina isso!?

Na contra partida da Automattic, em 2013, Marissa Mayer, então CEO do Yahoo, terminou a política de Home Office da empresa, informando aos funcionários em um memorando que para melhorar os resultados seria ” precisamos trabalhar lado a lado”.

Outra gigante, a IBM, considerada por muitos pioneira no trabalho remoto, comunicou seus funcionários nos EUA para começar a trabalhar em escritórios. O objetivo é tornar a força de trabalho da empresa mais ágil e, de forma semelhante ao objetivo do Yahoo, promover a criatividade através do trabalho ” lado a lado”.

Cerca de um quarto dos funcionários dos EUA trabalham remotamente total ou parcialmente do seu tempo, de acordo com Gallup. Há evidências de que esses funcionários trabalham mais horas do que seus colegas vinculados ao escritório.

 

Os cases citadas servem para analisar e tentar começar uma discussão mais elaborada nos próximos posts.

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O que te motiva a levantar da cama toda manhã de segunda-feira?

Você já pensou no que te motiva a levantar da cama toda manhã de segunda-feira? A mim escrever um pouco sobre o que tem me motivado a acordar todas as manhãs, principalmente as manhãs de segunda-feira já me motiva bastante.

Hoje não somente basta ter uma excelente formação, um bom emprego, bons colegas e parentes, conquistas pessoais e financeiras. Isso tudo já não seria um motivador? Eu diria que isso são resultados das nossas motivações.

Que fique claro, não sou um profissional em motivação ou tenho qualquer conhecimento sobre Motivação. Mas sei o que me cativa.

Esse sentimento é tão pessoal que só você pode saber realmente o que te ajuda a levantar e continuar, manhã após manhã. Porém, existem diversas formas de nos motivarmos, e é isso que quero explorar um pouco.

A palavra MOTIVAÇÃO deriva de “motivo”, que vem do Latim motivus, “o que impele, o que move”, de motus, particípio passado de movere, “impelir, colocar em movimento”. Temos daí que motivação é o seu motivo para a ação. E isso é algo interno, só seu.

Então o que me motiva a escrever este post? Escrever se tornou a forma de participar, de transmitir conhecimento, sentimentos, compartilhar.

O que me motiva a escrever em outros blogs estilo gourmet? Mostrar que sou mais do que trabalho? Sei mais do que aparento e sei coisas simples, como cozinhar.

O que mais desafia uma pessoa é a possibilidade de fazer a diferença, de participar ativamente e contribuir. E para me manter motivado eu gero novas atividades que me motivem a continuar. Pequenos desafios pessoais, que possam impactar outras pessoas. Cativar seria a melhor palavra.

O que buscamos como motivador de uma forma em geral:

1.   Aceitação: saber que as pessoas ao seu redor gostam de você e do seu trabalho.

2.   Curiosidade: ter sempre que pesquisar e buscar coisas diferentes para incorporar no seu trabalho.

3.   Domínio: ter certeza que o trabalho a ser desempenhado está dentro da sua alçada de conhecimento e ao mesmo tempo te leva a melhorar.

4.   Honra: saber que você consegue passar seus valores para a sua equipe e seu dia a dia na empresa.

5.   Liberdade: não depender de outras pessoas para realizar o seu trabalho.

6.   Objetivo: saber que seu trabalho está alinhado com seu objetivo de vida ou que você está trabalhando para um bem maior.

7.   Ordem: ter um mínimo de ordem e estrutura na empresa para que você possa desemepenhar o seu trabalho.

8.   Poder: saber que sua opinião será ouvida e levada em consideração na tomada de decisão.

9.   Relacionamento: ter um bom relacionamento social com seus colegas de trabalho.

10.  Status: saber que você tem um bom cargo na empresa e é reconhecido por isso.

Então seja transparente no que faz e nos seus objetivos. Isso é obrigatoriamente um lema. Não basta trabalhar, se errou, converse, aprenda. Aprender é o principal objetivo de ter passado por um erro.

Não esconda os sentimentos, insatisfação, frustração, felicidade, etc. Deve ser sim demonstrada, seja em um feedback ou em uma conversa mais casual.

Só não seja o chato que sempre está feliz demais ou chateado demais. Confesso que tenho meus momentos de reclamação também, afinal nem tudo esta sempre bem e você pode precisar transbordar este sentimento.

“O segredo da existência humana consiste não somente em viver, mas ainda encontrar o motivo para viver” (Dostoievski)

 

Reeditado em 22/08/2017 por Ederson Melo.

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Papéis no Scrum: Product Owner, o Dono da Bola, Scrum Master, o Coach Proativo e Scrum Team

Scrum assim como muitas metodologias são formadas por papeis que fundamentam sua aplicação. Os papéis dentro do Scrum são compostos por: O Product Owner, Scrum Master e Team Scrum, que são suficientes para entregar software de alto valor agregado, de acordo com a metodologia Scrum.

Unindo e agregando conhecimento a meus posts anteriormente, temos uma descrição segundo o SBOK.

Product Owner, o Dono da Bola

O Product Owner é o dono do produto, é quem define os itens que compõem o Product Backlog e os prioriza nas Sprint Planning Meetings, pois fornece o conhecimento do negócio em forma de requisitos para a equipe assim como sua ordem de aplicação. Na prática, o Product Owner é a interface entre a empresa e os clientes.

O Product Owner Trabalha em conjunto com a equipe definindo as necessidades dos usuários, os requisitos técnicos, documentando-os conforme a necessidade, e determinando a ordem de sua execução. Ele gerencia o Product Backlog (que é o repositório de todas essas informações), mantendo-o ao nível de detalhe e qualidade que a equipe necessita.

O Product Owner também define o cronograma para liberação das releases, e faz a validação final para saber se as implementações têm as características e qualidade necessárias para a liberação.

O Scrum Team olha para o Product Backlog priorizado, seleciona os itens mais prioritários e se compromete a entregá-los ao final de um Sprint. Estes itens transformam-se no Sprint Backlog.

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A equipe se compromete a executar um conjunto de atividades no Sprint e o Product Owner se compromete a não trazer novos requisitos para a equipe durante o Sprint. Requisitos podem mudar (e mudanças são encorajadas), mas apenas fora do Sprint. Uma vez que a equipe comece a trabalhar em um Sprint, ela permanece concentrada no objetivo traçado para o Sprint e novos requisitos não são aceitos.

Scrum Master, o Coach Proativo

O Scrum Master tem a responsabilidade de assegurar que a equipe respeite e siga os valores e as práticas do Scrum. Ele também protege a equipe assegurando que ela não se comprometa excessivamente com relação àquilo que é capaz de realizar durante um Sprint.

As responsabilidades do Scrum Master incluem:

  •  Remover as barreiras entre a equipe e o Product Owner.
  • O Scrum Master atua como facilitador do Daily Scrum e torna-se responsável por remover quaisquer obstáculos que sejam levantados pela equipe durante essas reuniões.
  • Melhorar a produtividade da equipe da forma que for possível.
  • Melhorar as práticas de engenharia e ferramentas para que cada incremento de funcionalidades seja potencialmente entregável.
  •  Manter as informações sobre o progresso da equipe visível a todos de uma forma clara e organizada.

Em termos práticos, o Scrum Master precisa ter em mente a vivência do Scrum para treinar e orientar os outros papéis, e educar e ajudar as outras partes interessadas que estão envolvidas no processo.

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Ele deve manter atenção constante ao status do projeto em relação ao progresso esperado. Investigar e facilitar a resolução de quaisquer obstáculos que imobilizam o progresso e, geralmente, ser flexível o suficiente para identificar e lidar com quaisquer problemas que surjam. Ele deve proteger a equipe de perturbações externas.

O Scrum Master não atribui tarefas aos membros da equipe, isso é uma responsabilidade da equipe. Sua abordagem geral para a equipe é incentivá-la e facilitá-la na capacidade de tomada de decisões e resolução de problemas relacionados ao desenvolvimento, de modo que eles possam trabalhar com maior eficiência sem a necessidade de supervisão. Seu objetivo é ter uma equipe auto-organizável.

 E finalmente, Scrum Team

O Scrum Team é a equipe de desenvolvimento sem a necessidade de uma divisão funcional através de papéis tradicionais, tais como programador, designer, analista de testes ou arquiteto. Todos no projeto trabalham juntos para completar o conjunto de trabalho com o qual se comprometeram conjuntamente para um Sprint.

O Scrum Team é auto organizável, ou seja, quem decide quem faz o que, quais as funções de cada membro e o que cabe ou não na Sprint é o time.

Um Scrum Team típico tem de 6 a 10 pessoas, embora haja relatos de projetos Scrum com equipes maiores. A principal abordagem para trabalhar com equipes grandes no Scrum é usando o conceito de “Scrum of Scrums“.

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Cada Scrum Team trabalha normalmente, mas cada equipe também contribui com uma pessoa que deverá frequentar o Scrum of Scrums Meeting para coordenar o trabalho de múltiplas equipes Scrum. Esses encontros são análogos aos Daily Scrums, mas não acontecem necessariamente todos os dias. Fazer essa reunião duas ou três vezes por semana tende a ser suficiente na maioria das organizações.

Veja a importância efetiva de cada grupo definido no SBOK. Oportunizando a todos o mesmo grau de importância e compreensão do todo.

 

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A eficiência de um Post-it em um quadro de tarefas

Voltando a colar Post-it em um Quadro de Tarefas chega a renovar os ânimos. Não que eu queira ficar colando bloquinhos coloridos, mas pelas possibilidades de renovação em um cenário caótico.

Mesmo usando ferramentas como ALM e Trello, nada substitui um bom Quadro de Tarefas na parede.  Mas não pense em um super Quadro de Tarefas com desenhos de personagens representando cada colaborador, multi colorido, com frases engraçadas. Pense num Quadro de Tarefas padrão com post-it’s simples.

Quando se chega a um ponto do desenvolvimento e você chegar a precisar muito disso e consegue uma brecha para criar você vai entender.  Você vai colocar sua energia, faz o seu melhor, busca técnicas e pode não agradar a todos, mas vale cada segundo.

Um bom Quadro de Tarefas gera motivação sim, todos se reúnem na frente, discutem, novos itens surgem enquanto outros são consumidos e outros priorizados.

Um Quadro de Tarefas é muito fácil, todos entendem, mas não serve de forma alguma como documentação, não vejo esse desejo ou pretensão de que um post-it seja uma forma de matar documentação, bem pelo contrário, é um incentivo a documentar cada etapa. Nada impede que você crie uma tarefa para documentar e ela seja colocada no quadro em um post-it.

Um bom Quadro de Tarefas organiza o trabalho da equipe, você enxerga quem esta fazendo o que, você sabe que talvez um esteja com 3 tarefas e que outro esta com 1 que vale por quatro(neste caso, vale quebrar a tarefa), neste momento você entende a frase 1 post-it + 1 post-it = 3 post-its. Isso porque você enxerga o quanto você produziu em equipe.

Bom, só para ficar o registro de como é legal criar um Quadro de Tarefas e usar post-its. Eu tenho um em casa, tenho ele replicado na minha tela do note através do windows notes. Posso me considerar um fã desta técnica e um eterno aprendiz.

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Plano B – Nota

Como todos os bons profissionais sugerem, é importante ter um plano B. Esse plano B pode se traduzir como uma segunda carreira, e é nisto que venho pensando.

Gostaria de fazer muita coisa, mas é impossível fazer tudo e aprender tudo. Uma carreira sugere que você é no mínimo bom no que faz. Então o que fazer para os meus próximos 30 anos? Manter a carreira atual continuará como plano A, mas o que escolher para meu plano B?

2017 será um ano de escolhas, vou experimentar algumas áreas de interesse, e se uma emplacar, esse será meu plano B. Simples assim.Porque sem botar a mão na massa, não podemos prever além da neblina de uma nova vida.

Algo que gosto bastante, mas não tenho tido muito tempo é escrever no blog. Para algumas outras coisas eu não tenho sequer o dom, o que é uma pena.

E você, qual seu plano B?

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