Westworld e o futuro dos bots

Comecei a assistir apartir da 2 temporada a grande série intitulada Westworld da HBO. Já no 1 episodio, me obriguei a assistir toda a 1 temporada.

Para para todos estarmos na mesma linha. Westworld criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, transmitida pela HBO desde 2 de outubro de 2016. A série é baseada no filme de mesmo nome de 1973, que foi escrito e dirigido pelo escritor norte-americano Michael Crichton, e também em sua continuação, Futureworld, de 1976. Jonathan Nolan e Lisa Joy também são os produtores executivos, juntamente com Bryan Burk, Jerry Weintraub e J. J. Abrams. A série foi oficializada no segundo semestre de 2013, com encomenda de dez episódios para a primeira temporada, que estreou em 2 de outubro de 2016.

A história se passa em Westworld, um parque temático tecnologicamente avançado que simula o Velho Oeste e é povoado por androides sintéticos apelidados de “anfitriões”, que atendem aos desejos dos ricos visitantes do parque (apelidados de “recém-chegados” pelos anfitriões e de “convidados” pela gerência do parque). Os visitantes podem fazer o que quiserem dentro do parque, sem seguirem regras ou leis e sem medo de retaliação por parte dos anfitriões.

Mas o que Westworld tem haver com análise e arquitetura de bots? Vi muito do que acredito ser a programação do futuro nessa série. Com as possibilidades de evolução prevista para a AI e a forma que esperamos que estes mecanismos se comportem, acredito que um programador precisará não somente lidar com códigos, mas também com histórias e interações vividas.

Na série, as histórias são carregadas para os anfitriões em linhas de código, obviamente, existe a programação tradicional. Mas estes programadores precisam realizar análises e identificar bugs, como isso é feito? Os anfitriões são removidos, por uma circunstância específica e são entrevistados verbalmente, enquanto suas histórias, interações e código a ser analisado.

Não sei se realmente deveria ser assim para um bot, mas humildemente, faço quase o mesmo para meu bot. A cada mês, que é quando eu tenho tempo, acesso a base não identificada de conversas capturadas, seleciono o que ele não compreende e crio uma nova história.
Parte do bot é automatizada para compreender e buscar as respostas e histórias necessárias. Mas confesso que falta uma imencidão que não posso calcular.

Imagino o que não é o core do watson da IBM e se algum dia terei a possibilidade de tocar em algo parecido. Mas nesta realidade, vou sonhando com Westworld e criando meu “bot”.

Básico do Chat Bot

ELIZA, o primeiro chatbot desenvolvido há 50 anos no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Ele apenas repete as palavras do usuário humano de volta para o ser humano; infelizmente. Nas décadas seguintes, chatbots eram, em sua maioria, acadêmicos, e nos últimos anos, chatbots baseados em smartphones viraram a nova febre da indústria com produtos de alto perfil, como Siri da Apple, Amazon Eco e WeChat da China.

Desde 2016, chatbots são uma das principais tendências da tecnologia. As maiores plataformas de mensagens, como Facebook Messenger e Skype, anunciaram o desenvolvimento para suportar aplicativos de chatbot. Plataformas de mensagens como Slack e Telegram, lançaram “lojas de bot” e fundos de investimento para atrair desenvolvedores. O Google está apostando diretamente em um aplicativo chatbot (Allo) desenvolvido por sua inteligência artificial e Big Data.

O que se espera dos ChatBots?

  • Hoje as crianças crescem com smatphones e computadores, o que as tornam muito mais experientes nesse sentido do que os usuários mais velhos.
  • A terceirização da vida cotidiana como dirigir, fazer compras, limpeza, entrega de refeições e outras , o que gera uma nova necessidade de atendimento e a simplicidade.
  • A inteligência artificial (IA) vem crescendo e evoluindo, permitindo entender o que o usuário quer em linguagem natural.
  • As APIs tornaram-se serviços úteis, podendo ser acessados a partir de computadores para executar tarefas do mundo real.

Em resumo, um chatbot precisa ter em sua arquitetura básica de dados a possibilidade conversar com usuários em linguagem natural, entender o que os usuários querem, e realizam comandos humanos através de uma grande rede de serviços relacionados.

Publicado originalmente em medium.com/hibotchat

Adventurous Thinking surge como upgrade do Design Thinking?

Como posso falar de Adventurous Thinking se estou me aprofundando recentemente em Design Thinking? É a pergunta que me faço também, mas é simples de entender. Mas quase tudo cresce exponencialmente e o conhecimento está nesta lista. Conhecimento e a curiosidade permeia desde sempre o Mundo livre em que vivemos.

Então…

Falei no post sobre Design Thinking e procurei entender mais sobre o que seria este upgrade para o Adventurous Thinking, desenvolvidos pela Adventurous Thinking Sally Domínguez, como uma nova estratégia de inovação. Na visão de Sally, esse método amplia o pensamento criativo, promove inovações consistentes e ajuda a tornar sistemas, produtos e estratégias mais robustos e sustentáveis a longo prazo. Pra mim só a possibilidade de tornar sustentável a longo prazo já é uma grande vantagem, não que ela não conste em outras metodologias, mas ele é um pilar no Adventurous Thinking. Que ainda combina as pesquisas mais recentes sobre caminhos neurais, apresentando ferramentas e técnicas que permitem que cada pessoa seja mais curiosa e inovadora.

As cinco lentes do Adventurous Thinking

Cada lente serve para provocar um ponto de vista distinto e extremo em uma estrutura. Quando usado como um conjunto, essas lentes pluralizam um produto ou sistema e revelam seus múltiplos significados e soluções mais diversificadas.

Parkour, esta visão fala em proatividade, onde não é preciso ter um problema.

ReThinking possibilita a pessoa se tornaria mais criativa e conseguiria pivotar seu negócio, caso necessário. Gosto bastante também da possibilidade, senão, necessidade de reavaliar o capital humano das empresas.

Sideways fala sobre termos um pensamento empático e entender sua equipe, permitindo inovar e tomar melhores decisões.

Além da Sideways a Negative Spaces ajuda na hora de tomar uma decisão, porque ela busca ter um olhar contextual sobre o papel de determinada ação em seu ambiente.

O Backwards fala em planejar o ciclo de vida do projeto como um todo, não apenas sua criação.

Conforme o que já aprendi, é essencial ser criativo e acreditar que tem a capacidade de fazer essas conexões inesperadas, dando a oportunidade para o seu cérebro ir a caminhos diferentes.

Respondendo a pergunta do título…

Há sim uma possibilidade que Adventurous Thinking seja um upgrade para o Design Thinking. Mas ainda preciso conhecer mais para concluir.
Então, vamos continuar aprendendo mais.

UX & Design Thinking

Sou fã e um apaixonado por metodologias, estudo várias e não deixaria passar UX & Design Thinking. Até acho que demorei demais, já que surgiu no mercado a muito tempo e como comentei no twitter, descobri que agora surge o Adventurous Thinking, que falarei um outro post.

Talvez esta demora se de por mudanças de perfil, mudanças pessoais entre outros fatores. Mas conforme o curso for avançando e eu aprenda, vou postando este conhecimento.

Pra mim…

UX é baseado em uma atitude, uma mentalidade que visa capturar as necessidades insatisfeitas do usuário no contexto de uma determinada experiência e transformá-las em oportunidades de design, através de um processo feito de etapas específicas, fornecidas principalmente pelo Design Thinking. O foco de UX é a resolução de problemas tendo como ponto o ser humano.

A técnica pode ser aplicada a qualquer contexto, sem exceções e sua adaptabilidade faz do Design Thinking, um poderoso recurso para a melhoria contínua de produtos e serviços.

 

Mas começando do começo

Design Thinking surge no final de 1969 sobre métodos de design, “ The Sciences of the Artificial ”, o Prêmio Nobel Herbert Simon descreveu um dos primeiros modelos formais do processo de Design Thinking. O modelo de Simon consiste em sete etapas principais, cada uma com estágios e atividades de componentes, e foi amplamente influente em alguns dos modelos de processo de Design Thinking mais utilizados atualmente.

Mas hoje em dia, existem muitas variantes do processo de Design Thinking em uso, e embora possam ter números diferentes de estágios, variando de três a sete, todas elas são baseadas nos mesmos princípios apresentados no modelo de 1969 de Simon.

Gostei bastante do modelo de cinco estágios proposto pelo Instituto Hasso-Plattner de Design em Stanford. Os cinco estágios do Design Thinking, de acordo com a d.school, são: Empatia , Definição (o problema), Ideia, Protótipo e Teste. Apesar de acreditar que conforme meu aprendizado evolua, minha tendência natural seja diminuir para 3 estágios.

 

Mas vou falar dos cinco estágios do Design Thinking, de acordo com a d.school:

1. Empatia

A primeira etapa do processo de Design Thinking é obter uma compreensão empática do problema que você está tentando resolver.

2. Definir (o problema)

Durante o estágio de Definição, você reúne as informações que você criou durante o estágio Empatia. Podendo observar e sintetizar para definir os principais problemas que você e sua equipe identificaram até o momento.

3. Ideia

Durante o terceiro estágio do processo de Design Thinking, os designers estão prontos para começar a gerar ideias. Tendo a compreensão das necessidades dos usuários, você analisou e sintetizou suas observações no estágio de Definição, e acabou com uma declaração de problema centrada no ser humano. Com esse sólido histórico, você e os membros de sua equipe podem começar a pensar fora da caixa para identificar novas soluções para a declaração de problema que você criou. Neste ponto estou achando bem legal, pois é possível procurar alternativas de visualizar o problema. Existem centenas de técnicas de ideação , como Brainstorm, Brainwrite, Worst Possible Idea, e muitas outras. Na minha opinião o Brainstorm e uma das Piores e crazy 8’s é uma das melhores.

5. Teste

Nesta etapa é o momento de avaliar com rigor o produto completo, usando as melhores soluções identificadas durante a fase de prototipagem. Este é o estágio final do modelo de 5 estágios, mas em um processo iterativo, os resultados gerados durante a fase de testes são frequentemente usados para redefinir um ou mais problemas e informar a compreensão dos usuários, as condições de uso, como as pessoas pensam , se comportar e sentir e ter empatia.

Em resumo

Enquanto UX é mais voltado para tornar a usabilidade do produto melhor para o usuário, o Design Thinking é uma forma de interação, flexibilização e foco na colaboração entre designers e usuários, com ênfase em trazer ideias para a vida com base em como os usuários reais pensam, sentem e se comportam.

Isso é o começo, já tenho posts preparados para falar mais sobre o tema e evoluir nestas discussões.

Recomendação de leitura de post

Acho que todos temos dúvidas, de quem somos, para onde vamos, o que nos tornamos. Acordei assim hoje, feriado e tive a oportunidade de ficar em casa, já que trabalho em uma ótima empresa e com uma equipe fenomenal.

Eu nunca pensei em parar, tenho planos, sim, para minha aposentadoria, mas até estes planos darão trabalho. Pra mim trabalhar não é um problema, é algo tão natural que eu faço.

Nunca fui estático, se você reparar minha page now, estou fazendo um monte de coisas, e olha que tenho outra lista muito maior, organizada por horas semana, não mais: na segunda faço isso e aquilo, na terça aquele outro e mais este. Este modelo se foi. Acredito ter evoluído, ou desevoluido para o atual, onde para fazer isso eu preciso de 1hrs da minha semana. E se não der? paciência, o mundo não é um lugar perfeito e estático,eu não sou, meu filho então, nem pensar.

E por mais clichê que possa parecer, aprendi isso sendo pai. Você não tem mais seu tempo, você tem o tempo que eles te deixam ter. Se você diz que não, então talvez não esteja dando a atenção suficiente para seu filho. Mas a questão não é somente tempo, é qualidade.

Qualidade em tudo que fazemos, o que me lembra um post que acabei de ler no linkedin e que gerou esta recomendação de leitura: SEJA UM PATO, falando do porque você deveria escolher ser o pato(naquelas entrevistas de vagas) e de uma frase neste mesmo post: “Feito é melhor que perfeito”.  Lema da Sheryl Sandberg, diretora de operações do Facebook. Essa frase/lema da Sheryl serve como  respostas as críticas de que ser um pato é: nadar, voar e caminhar, mas não fazer nenhum bem.

Hoje eu sou um pato, porque eu faço, faço as coisas acontecerem, mas não sei se tem sido o suficiente, se tenho avançado e quão bem estou indo, se é que estou indo para algum lugar.

Não negue que você as vezes, talvez raramente, para e pensa nisso também.

Resumindo todo este discurso acompanhado da recomendação para você ler o post, talvez certamente, hoje eu escolheria o pato.

 

 

Pensando em mudar para uma aplicação estática

Cuidar de um blog pessoal dá trabalho, engana-se quem diga que não. Existe um trabalho em atualizar a engine, manter suas costumizações, pagar a hospedagem, gerenciar todo conteúdo e muito mais está por trás dessa tarefa.

Além disso, você tem que pensar em custos e inovar sempre, você sabe que os mecanismos de busca e análise sempre inovam e você tem que estar junto. Pensando nisso tudo, comecei a pensar em conteúdo estático. Este tipo de alteração que mais parece uma desevoluir tem somente vantagens.

WordPress

AMO o WordPress. Muitos não gostam, mas o WordPress é uma ferramenta fantástica que resolve muitos problemas quando se trata de criar websites e qualquer outra que dependa de um CMS. É simples, tem uma comunidade gigante, com soluções para qualquer tipo de problema: basta fazer uma pergunta no Google e pronto, você encontra a resposta. Mesmo assim você precisa dar bastante atenção para suas atualizações, performance, configurações e tudo mais.

Mas ainda assim e preciso ficar um tempo pensando em performance, isso vai além dos plugins de cache que você queira usar.

Apesar do custo, sim ele tem um custo de hospedagem e consumo que o tráfego e o mysql vão gerar, além dos snapshots e backups.

Hugo

Andei analisando o Jekyll e o Hugo, que no seu site tem uma série de sugestões, a principal é focar na trasnformação dos seus posts.

O Hugo é um sistema gerador de arquivos estáticos desenvolvido com a linguagem Go. O setup é simples e em poucos minutos você já está com o Hugo na sua localhost. Com ele é possível:

Mas porque não Middleman? Embora eu tenha uma facilidade maior com Middleman por conhece-lo há mais tempo, o Hugo tem algumas facilidades interessantes, por exemplo:

  • Migração do seu conteudo de forma fácil;
  • A geração de estáticos é muito rápido
  • Gestão de permalinks
  • Suporta vários tipos de frontmatters: json, toml e yaml
  • A forma de templating usa Sections, Archetypes e Types
  • Boa oganização e gestão de Taxonomias
  • Suporta Syntax Hightlighting nativamente
  • Diversos extras

Então,

Apesar dessa propaganda gratuita toda para o Hugo ainda continuo com o WordPress, mas estou pensando nessa nova possibilidade e suas vantagens.

Inovando no uso disruptivo do blockchain fora do setor bancário e financeiro

Todos sabemos que Blockchain está em uso por grandes bancos do país. E não somente para confirmação de transações. Outras formar de uso surgem e surgirão, isso graças a capacidade de armazenar todos os tipos de dados de uma forma que ninguém possa apagar, censurar e editar é muito mais útil do que muitos imaginam.

Pesquisando achei fácil 10 empresas que estão inovando no uso do disruptiva do blockchain fora do setor bancário e financeiro. Acho importante compartilharmos esta visão, sair um pouco da caixa e abrirmos a mente para novas possibilidades.

Filament

A Filament usa dispositivos de hardware pequenos e avançados para colocar todos os tipos de eletrônicos, especialmente equipamentos, no blockchain, criando uma Internet das Coisas para sua área local.

Genecoin

A Genecoin tem uma ideia sensacional, primeiro que ela não é uma criptomoeda, mas um serviço diferente que “reserva seu DNA” colocando uma cópia de seu genoma no blockchain. Apesar das conotações de ficção científica de fazer uma cópia de si mesmo, também existem usos médicos para manter seu perfil de DNA acessível.

Provenance

A Provenance busca registrar cada detalhe do que acontece na cadeia de suprimento de varejo mundial no blockchain e tornar todas essas informações pesquisáveis em tempo real para os consumidores. Imagine escanear o código QR de um atum no supermercado e saber exatamente onde o peixe foi pescado, quem o certificou, onde foi enlatado etc, todos com marcação de hora/data de cada etapa.

Ascribe

Ascribe permite que artistas reivindiquem propriedade e emitam impressões numeradas de edição limitada de todo tipo de obra de arte em seu formato digital com o uso do blockchain. Também inclui um mercado e auxilia na compra e venda de arte através de seu site, eliminando a necessidade de caução.

BitProof

O BitProof é o mais avançado de vários aplicativos de marcação de hora/data de documentoque surgiram nos últimos anos, tornando cartórios obsoletos. Embora existam versões gratuitas como o Blocksign e o OriginStamp, o BitProof oferece mais serviços, incluindo um que visa a proteção de propriedade intelectual. O BitProof fez recentemente uma parceria com a Holberton School de São Francisco para colocar seus certificados acadêmicos estudantis no blockchain, reconstruindo totalmente a forma de manuseio e uso de certificados estudantis.

UProov

O que o BitProof faz por documentos, o UProov faz por fotos e vídeos. Simplesmente o mais avançado dos aplicativos de marcação de hora/data até o momento, este aplicativo de smartphone pode vir a tornar-se o mais útil aplicativo do blockchain de todos, já que não existem limites para situações em que você pode precisar provar que algo aconteceu próximo a você.

Colu

A Colu é a primeira empresa a permitir que outras empresas emitam ativos digitais, e a variedade de ativos que eles podem “codificar” é muito impressionante. Embora a carteira gratuita de bitcoin Counterparty já permitisse a emissão e a negociação de códigos simples entre outros donos de carteira, os códigos da Colu podem ser feitos de todas as formas e tamanhos, podem sair e entrar novamente em seus sistemas, e até mesmo armazenarem dados na rede BitTorrent quando forem grandes demais para serem colocados no blockchain.

Warranteer

A Warranteer usa a Colu para levar as garantias de seus produtos do papel para o blockchain, mantendo as atualizadas e facilmente transferíveis. Seus clientes já incluem a LG e a GoPro.

Everledger

A Everledger usa o blockchain para acompanhar diamantes individualmente, desde a mina até o consumidor e além. Isso resolve alguns problemas de longa data no ramo de seguros que teriam economizado a seguradoras mais de 300 milhões de libras por ano com detecção de diamantes de conflito e fraude de seguro.

Wave

A Wave se voltou para a cadeia de fornecimento mundial e, especificamente, para o problema incrivelmente danoso com documentos de importação conhecidos como conhecimentos de embarque, a serem modernizados pela empresa com o blockchain. Eles ligam todos os membros de uma cadeia de fornecimento ao blockchain descentralizado, o qual permite uma troca direta de documentos entre eles, solucionando o maior problema do setor de remessas. A aplicação da WAVE gerencia a propriedade de documentos no blockchain, eliminando litígios, falsificações e riscos desnecessários.

IBREA

A Associação Imobiliária Internacional do Bitcoin (em inglês, IBREA) não é uma empresa, mas um grupo de ativismo. Achamos que eles precisam da menção porque são um grande grupo de profissionais imobiliários que busca educar e promover os usos imobiliários do blockchain e do bitcoin. Eventualmente, o plano deles é ajudar a modernizar todo o processo e resolver problemas imobiliários que atingem a todos mundialmente, incluindo o processo de escrituração, registro de imóveis e até mesmo cauções.

Mais máquinas no varejo

Esta semana notei que duas lojas de grandes varejistas do país investiram em modelos industriais de limpeza. Não leve para o lado crítico da ideia que estou tentando passar, mas também notei que nestas lojas os funcionários que antes passavam seu dia na mesma atividade já não a fazem mais nestas lojas.

Então quando falo em troca de mão de obra humana por máquinas, falo deste tipo de troca. Uma troca que inicia na mão de obra mais comum e não menos vital para todos.

Estes serviços existiram sempre, e obviamente mesmo que eu seja fã de um futuro onde as máquinas facilitem nossa vida, penso no lado humano da coisa.

Precisamos repensar nossos cargos e estilo de vida. Eu estou repensando os meus.

Criado via mobile

[Video] A Simplicidade da Disruptura

O que mais me chama atenção é a capacidade humana de criar disruptura com algo tão simples.

Um novo curta produzido pela The Woolmark Company, em colaboração com a empresa de produção Buck, destaca a atemporalidade e a versatilidade da lã. Intitulado The Innovator – depois de um dos personagens principais – este filme de animação viaja através dos tempos e oferece uma visão única de como a lã tem sido usada – e continua – para vestir o homem. O filme faz as perguntas: quem é o verdadeiro inovador: é o homem que encontrou uso para a lã, ou é o herói da lã à medida que continua melhorando ao longo do tempo com suas propriedades naturais inerentes?

 

Ferramentas de produtividade para Blogueiros: Aumente sua produtividade

Não ter tempo suficiente já faz parte da nossa vida, da vida de qualquer pessoa nessa era em evolução.

Não é que não temos tempo suficiente, é que precisamos encontrar maneiras de fazer mais com o tempo que temos .

Então procurei ferramentas para ajudá-lo a tornar-se mais produtivo. Além dos demais ports em que já falamos sobre o tema.

Uma estratégia simples é o uso de ferramentas

Procurei listar diversas ferramentas, mas isso não significa que você deve usar todas elas, na verdade, longe disso.

Escolha uma, experimente e veja como isso te ajuda.

Copiado a ideia de um blog internacional, as publicações estão organizadas em áreas-chave, evitando que você perca tempo com o que você não esta buscando.

Basta clicar no link para se deslocar para a seção escolhida:

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