QRCode, pagamentos e além

Há 10 anos atrás eu conversava sobre o uso de QRCode(abreviado de Quick Response Code ) para pessoas de um grupo de jornais onde trabalhei. Chegaram a colocar o qrcode na capa de uma edição, para ter uma fé do que poderia acontecer. Obviamente a ideia era genial, porém, talvez, na época errada.

Hoje o qrcode, tecnologia simples e que é muito difundida na China, tanto para pedir comida quanto para pagamentos. Se você também usa o WeChat ou viajou para China ultimamente saberá mais do que eu.

A Yellow que é uma startup para aluguel de bicicletas e emplodiu em São Paulo usa está tecnologia de qrcode e pelo que tenho acompanhado, com sucesso.

A Yellow e outros casos Brasileiros provam que o qrcode veio para ficar, prova disso que desde maio o banco central tem falado no uso do qrcode para pagamentos e formas de licenciar e trabalhar com essa tecnologia. Comprovando a tendência já em uso em outras partes do Mundo.

O uso em lojas para mostrar mais detalhes dos produtos tem se expandido bastante. Então o qrcode é uma tecnologia muito simples e barata. Como vamos trabalhar ela no backend é que será um diferencial.

Para saber mais sobre QRCode, recomendo o link: https://en.m.wikipedia.org/wiki/QR_code

E você, usa, já usou quer usar? Compartilhe suas experiências e conhecimento.

Ciclo OODA na arte da guerra dos negócios rápidos

Estratégia é uma das disciplinas que deveria ter grande importância para nossa vida, ouso dizer que deveria ser ensinada nas escolas. Uma boa estratégia tem grande valor, basta observar sua ampla discussão no livro a Arte da Guerra, de Sun Tzu.

Pensando nisso, John Boyd, Coronel da Força Aérea Norte Americana nascido em 1927 desenvolveu um modelo para a tomada de decisão no combate aéreo, e sua potencial utilização ao mundo dos negócios tornou-se evidente. Sua história é um fato a parte e pode ser pesquisada para entender melhor seu objetivo, mas podemos resumir no que chamamos de ciclo OODA.

O Ciclo OODA é um modelo baseado em um ciclo de quatro pontos que apoia uma tomada de decisão rápida e eficaz.

Observar, Orientar, Decidir e Agir

Qual a diferença entre o OODA e o PDCA?

O ciclo do PDCA(ou ciclo de Deming) é uma abordagem analítica que pode ser usada de maneira interna. Dependendo do processo que estamos tentando melhorar, não é necessário consultar o ambiente externo ou realizar qualquer ajuste para que o ciclo do PDCA funcione.

O PDCA tem grande sucesso em chão de fábrica. Envolve o uso de um conjunto de dados para chegar a uma conclusão. Utilizamos os dados para tomar uma decisão sobre como proceder, nós verificamos e agimos para confirmar ou rejeitar a possibilidade analisada.

O ciclo OODA tem maior foco em sintetizar uma ação em um conjunto de dados, mesmo que incompletos, para tomar uma decisão rápida e efetiva.

Mas o ciclo OODA peca no aspecto da Qualidade e dos testes que não são as prioridades no topo das suas entregas, já que a visão é rapidez. Porque para acelerar o seu ciclo OODA, é preciso terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos.

Assim como a capacidade de “agir” nem sempre é simples o suficiente para ser um requisito atendido por um único projeto. Mesmo falando de ágil.

Mas poderia ser bem empregada com o uso de metodologias como a 6sigma, onde o PDCA também é usado.

Velhos Novos Conhecimentos

Precisamos de mais resolvedores de problemas, desfazedores de nós, visionários com capacidade de realização, multiplicadores de conhecimento e sonhos.

Para entender melhor, pense que você é Matt Damon e está “Perdido em Marte”, sozinho, com suprimentos limitados e não sabe se algo poderá ajudá-lo. Sei que é dramático demais, mas muitas vezes você se sentirá assim.

A única saída é: Resolva você.

Penso assim diariamente, sou um resolvedor de problemas. Problemas do tipo: Não tenho especialistas em ferramentas da Atlassian, espero sentado o resgate ou corro atrás do conhecimento!?

Resposta: As ferramentas da Atlassian são excelentes e eu já trabalhava com muitas: Confluence, Jira, Bitbucket, trello, bamboo.. Mas certas dificuldades encontradas em certos cenários me fizeram correr atrás desde dois conhecimentos.

Acredite, conhecimento nunca é demais, mesmo que muitas vezes, eles saiam do seu foco.

Do not stop.

Déficit Educacional no Brasil e o contraste com a China

Como é preocupante esta notícia vinculada na BBC Brasil, globo.com e outros meios de comunicação, de que
mais da metade dos brasileiros não tem diploma do ensino médio, apontado pela OCDE.

Confesso que me surpreendeu e me preocupou. Nossos índices de desemprego em junho eram de 12,4%, e atingem 13 milhões de pessoas, segundo IBGE.

A exemplo da China que a alguns vários anos queimava livros e hoje tem suas escolas públicas como exemplo, seus pólos de tecnologia retem e importam talentos técnicos. Essa mudanca toda foi um plano adotado em 2015 com uma meta de 40 anos – para reduzir a disparidade de renda entre China e os países avançados e Está política foi denominada – chamado de “Made in China 2025”

As metas do Made in China 2025 incluem aumentar o conteúdo doméstico chinês de materiais essenciais para 40% até 2020 e 70% até 2025. O plano se concentra em campos de alta tecnologia, incluindo a indústria farmacêutica, que atualmente são de competência estrangeira.
Parte da base fundamental desse plano é investir fortemente em educação.

Diferente do que vemos no Brasil, que saúde e educação passam por um descaso unanime.

Enquanto discutimos problemas e não planejamos um futuro além dos 4 próximos anos, somos ultrapassados por quem discuti e planeja soluções a longo prazo.

Dica de Leitura #1

Minha dica de leitura desta vez vai ser: A arte de envelhecer, de Marco Tulio Cícero.

Marco Tulio Cícero nasceu em Arpino, próximo de Roma, em 106 a.C. e morreu assassinado pelo centurião Herênio a mando de seu inimigo político Marco Antônio. Político influente, jurista, orador, filósofo, sua obra – vasta e diversificada – é uma das mais importantes da literatura latina e influentes na cultura ocidental. Escreveu 10 tratados filósofos, entre os quais Re Publica, De Natura e De Legibus, quase 1.000 cartas, dezenas de orações, tratados de retórica e as célebres Catilinárias. Neste límpido texto sobre a velhice, Cícero desenvolve a tese de que a “arte de envelhecer” é encontrar o prazer que todas as idades proporcionam, pois todas têm as suas virtudes. Em A Amizade, temos o tratado definitivo sobre a fraternidade e as relações sociais.

#leia #leiamais #leitura #dicadeleitura

Dos tradicionais Blogs para Redes Sociais

Pessoalmente tenho sido um blogueiro a alguns bons anos e tenho resistido a trocar minha plataforma de expressão/escrita dos Blogs para as Redes Sociais, literalmente. Até hoje!

Essa teórica “resistência” para escrever diretamente em Redes Sociais não tem relação com a idade, medo ou não ser aberto a mudanças.

Tem relação com minha paixão por blogs, pela minha dedicação em ajudar a evoluir está plataforma e por ser um dos meus hobbies. Mas tem sido satisfatório o suficiente? Até mesmo um hobby precisa evoluir.

Então resolvi tirar um tempo para pensar nesta mudança, chegar a um consenso e decidir da melhor forma possível. Tive oportunidade de analisar diversos cenários e profissionais que fizeram essa transição muito bem.

Mas qual plataforma utilizar então? Linkedin, Facebook, Instagram. Cada uma tem sua rede de comunicação, algumas mais focadas em profissionais e outras no pessoal, imediativo. Pode existir posts diferentes por Rede Social, sim. O blog deve continuar? Sim, mas desta vez ele não vai ser a origem para tudo e sim um agregador de muitas origens.

A arquitetura da informação do blog muda, ele continuará com os posts anteriores, terá textos escritos direto nele, mas o foco é a apresentação pessoal e não mais unicamente posts. [como dito a dois parágrafos acima ]Além de não ser mais a única origem e sim um agregador de diversas fontes.

Como dizia George Bernand Shaw,
É impossível progredir sem mudança, e aqueles que não mudam suas mentes não podem mudar nada.

Facebook e o que aprendemos com Elizabeth Holmes CEO da Theranos

Um CEO genial, uma tentativa de tirá-lo do conselho de sua Startup. Será que veremos a historia se repetir? Com os últimos acontecimentos ocorridos com o CEO e Presidente do conselho do Facebook Mark, originado pelos números desastrosos, vazamento de dados, Cambridge Analytics, envolvimento nas eleições, fakes news e queda na bolsa, me fez voltar a pesquisar sobre Elizabeth Holmes, CEO da Theranos.

Theranos foi uma startup criada em 2003 pela CEO Elizabeth Holmes aos 19 anos, com o objetivo de levar saúde e longevidade ao Mundo de forma rápida e barata. Através do aparelho batizado de Edison, poderia realizar mais de 200 exames de sangue, por um preço inferior a 3 dólares, e entregar resultados imediatos.

Holmes estava de olho em um mercado de mais de 75 milhões de dólares anuais a theranos foi avaliada em 9 bilhões de dólares e Holmes e se tornou uma celebridade do universo da tecnologia. Sendo inclusive chamada pela imprensa de a “Steve Jobs de saias”. Obteve o título de sexta empresária com menos de 40 anos mais rica dos Estados Unidos.

Eu assisti alguns vídeos e Holmes vendia sua ideia com uma paixão, que torna compreensível o alcance que tomado. Paixão pode vender mais que um produto real, e startups tem investido muito em paixão.

Em sua diretoria da Theranos era formada pelo ex-secretário de Estado Henry Kissinger, pelo ex-secretário de Defesa William Perry, pelo ex-senador Sam Nun e, ocupando papel de destaque, o ex-secretário de Estado George Schultz. Todos pertencentes ao Hoover Institution, um famoso instituto de pesquisa da Universidade de Stanford, na Califórnia. Universidade esta que Holmes cursou algumas aulas de engenharia quimica, que foram o suficiente para brilhar a ideia de criação da theranos.

Fora seus privilégios familiares que lhe forneceram uma boa rede de contatos, Holmes contou com o grande interesse do mercado americano em promessas “disruptivas”, por volta de 2010. Esse termo, cunhado em Harvard, foi e ainda é usado para definir os empreendimentos inovadores capazes de substituir, com soluções mais simples e baratas, as empresas líderes do mercado.

Além dessa ansiedade do mercado, Holmes foi beneficiada por uma filosofia típica das empresas de tecnologia do Vale do Silício em, tolerar a possibilidade de mentir sobre as qualidades de um produto para ganhar tempo até que se tornassem verdadeiras. Holmes, segundo fontes, não vendeu a sua parte da empresa, não criou patrimônio e seus salário de diretoria não é superior a 20 mil dólares mês.

Após processo de investigação da Securities and Exchange Commission, que regula o mercado de ações ter concluído que houve fraude, Holmes devolveu 700 milhões de dólares aos investidores e pagou 500 mil dólares em multas, deve ainda, ficar 10 anos sem se envolver em qualquer tipo de empresa. Hoje sua preocupação é com a possibilidade de 20 anos de prisão.

Mas a história de Holmes e da Theranos poderia render um excelente filme ou livro com direito a: conspirações, tramas, romance e fraudes bilionárias.

Holmes não é a única, temos muitos outros CEO’s e Startups que dariam uma boa história.

Fonte(s): https://www.linkedin.com/pulse/facebook-e-o-que-aprendemos-com-elizabeth-holmes-ceo-da-ederson-melo/

 

Westworld e o futuro dos bots

Comecei a assistir apartir da 2 temporada a grande série intitulada Westworld da HBO. Já no 1 episodio, me obriguei a assistir toda a 1 temporada.

Para para todos estarmos na mesma linha. Westworld criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, transmitida pela HBO desde 2 de outubro de 2016. A série é baseada no filme de mesmo nome de 1973, que foi escrito e dirigido pelo escritor norte-americano Michael Crichton, e também em sua continuação, Futureworld, de 1976. Jonathan Nolan e Lisa Joy também são os produtores executivos, juntamente com Bryan Burk, Jerry Weintraub e J. J. Abrams. A série foi oficializada no segundo semestre de 2013, com encomenda de dez episódios para a primeira temporada, que estreou em 2 de outubro de 2016.

A história se passa em Westworld, um parque temático tecnologicamente avançado que simula o Velho Oeste e é povoado por androides sintéticos apelidados de “anfitriões”, que atendem aos desejos dos ricos visitantes do parque (apelidados de “recém-chegados” pelos anfitriões e de “convidados” pela gerência do parque). Os visitantes podem fazer o que quiserem dentro do parque, sem seguirem regras ou leis e sem medo de retaliação por parte dos anfitriões.

Mas o que Westworld tem haver com análise e arquitetura de bots? Vi muito do que acredito ser a programação do futuro nessa série. Com as possibilidades de evolução prevista para a AI e a forma que esperamos que estes mecanismos se comportem, acredito que um programador precisará não somente lidar com códigos, mas também com histórias e interações vividas.

Na série, as histórias são carregadas para os anfitriões em linhas de código, obviamente, existe a programação tradicional. Mas estes programadores precisam realizar análises e identificar bugs, como isso é feito? Os anfitriões são removidos, por uma circunstância específica e são entrevistados verbalmente, enquanto suas histórias, interações e código a ser analisado.

Não sei se realmente deveria ser assim para um bot, mas humildemente, faço quase o mesmo para meu bot. A cada mês, que é quando eu tenho tempo, acesso a base não identificada de conversas capturadas, seleciono o que ele não compreende e crio uma nova história.
Parte do bot é automatizada para compreender e buscar as respostas e histórias necessárias. Mas confesso que falta uma imencidão que não posso calcular.

Imagino o que não é o core do watson da IBM e se algum dia terei a possibilidade de tocar em algo parecido. Mas nesta realidade, vou sonhando com Westworld e criando meu “bot”.

Básico do Chat Bot

ELIZA, o primeiro chatbot desenvolvido há 50 anos no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Ele apenas repete as palavras do usuário humano de volta para o ser humano; infelizmente. Nas décadas seguintes, chatbots eram, em sua maioria, acadêmicos, e nos últimos anos, chatbots baseados em smartphones viraram a nova febre da indústria com produtos de alto perfil, como Siri da Apple, Amazon Eco e WeChat da China.

Desde 2016, chatbots são uma das principais tendências da tecnologia. As maiores plataformas de mensagens, como Facebook Messenger e Skype, anunciaram o desenvolvimento para suportar aplicativos de chatbot. Plataformas de mensagens como Slack e Telegram, lançaram “lojas de bot” e fundos de investimento para atrair desenvolvedores. O Google está apostando diretamente em um aplicativo chatbot (Allo) desenvolvido por sua inteligência artificial e Big Data.

O que se espera dos ChatBots?

  • Hoje as crianças crescem com smatphones e computadores, o que as tornam muito mais experientes nesse sentido do que os usuários mais velhos.
  • A terceirização da vida cotidiana como dirigir, fazer compras, limpeza, entrega de refeições e outras , o que gera uma nova necessidade de atendimento e a simplicidade.
  • A inteligência artificial (IA) vem crescendo e evoluindo, permitindo entender o que o usuário quer em linguagem natural.
  • As APIs tornaram-se serviços úteis, podendo ser acessados a partir de computadores para executar tarefas do mundo real.

Em resumo, um chatbot precisa ter em sua arquitetura básica de dados a possibilidade conversar com usuários em linguagem natural, entender o que os usuários querem, e realizam comandos humanos através de uma grande rede de serviços relacionados.

Publicado originalmente em medium.com/hibotchat

Adventurous Thinking surge como upgrade do Design Thinking?

Como posso falar de Adventurous Thinking se estou me aprofundando recentemente em Design Thinking? É a pergunta que me faço também, mas é simples de entender. Mas quase tudo cresce exponencialmente e o conhecimento está nesta lista. Conhecimento e a curiosidade permeia desde sempre o Mundo livre em que vivemos.

Então…

Falei no post sobre Design Thinking e procurei entender mais sobre o que seria este upgrade para o Adventurous Thinking, desenvolvidos pela Adventurous Thinking Sally Domínguez, como uma nova estratégia de inovação. Na visão de Sally, esse método amplia o pensamento criativo, promove inovações consistentes e ajuda a tornar sistemas, produtos e estratégias mais robustos e sustentáveis a longo prazo. Pra mim só a possibilidade de tornar sustentável a longo prazo já é uma grande vantagem, não que ela não conste em outras metodologias, mas ele é um pilar no Adventurous Thinking. Que ainda combina as pesquisas mais recentes sobre caminhos neurais, apresentando ferramentas e técnicas que permitem que cada pessoa seja mais curiosa e inovadora.

As cinco lentes do Adventurous Thinking

Cada lente serve para provocar um ponto de vista distinto e extremo em uma estrutura. Quando usado como um conjunto, essas lentes pluralizam um produto ou sistema e revelam seus múltiplos significados e soluções mais diversificadas.

Parkour, esta visão fala em proatividade, onde não é preciso ter um problema.

ReThinking possibilita a pessoa se tornaria mais criativa e conseguiria pivotar seu negócio, caso necessário. Gosto bastante também da possibilidade, senão, necessidade de reavaliar o capital humano das empresas.

Sideways fala sobre termos um pensamento empático e entender sua equipe, permitindo inovar e tomar melhores decisões.

Além da Sideways a Negative Spaces ajuda na hora de tomar uma decisão, porque ela busca ter um olhar contextual sobre o papel de determinada ação em seu ambiente.

O Backwards fala em planejar o ciclo de vida do projeto como um todo, não apenas sua criação.

Conforme o que já aprendi, é essencial ser criativo e acreditar que tem a capacidade de fazer essas conexões inesperadas, dando a oportunidade para o seu cérebro ir a caminhos diferentes.

Respondendo a pergunta do título…

Há sim uma possibilidade que Adventurous Thinking seja um upgrade para o Design Thinking. Mas ainda preciso conhecer mais para concluir.
Então, vamos continuar aprendendo mais.