Ser Genial ou ter Atitude?

Com o passar do tempo e do ímpeto da juventude, você acaba vendo de uma forma mais amena seus próprios defeitos. Verdadeiramente, você descobre que eles são partes suas importantes, que defeitos fazem parte de você, ninguém é perfeito.

Tenho me auto avaliado, e isso não é fácil, mas é necessário se você quer ser uma pessoa melhor. Hoje tenho certeza de que não sou uma pessoa genial, daquelas de realizar maravilhosos brainstorms, de idealizar inovações fantásticas que mudariam o Mundo. Mas isso não me impede de seguir em frente. É bem mais trabalhoso, mas seria mais fácil se eu fosse genial?

Mas você já se pegou desconfiado das suas próprias competências e de não conseguir aceitar e admitir suas conquistas? Se sua resposta foi sim, você já passou pela síndrome do impostor. Passei por essa fase a alguns anos atrás e é bem comum em novos desafios.

Mas até que ponto a Genialidade e a Atitude podem influenciar no todo da nossa vida e na vida das demais pessoas? Vejo pessoas geniais escondidas e outras, nem tão geniais assim na mídia.

Não te faz pensar também se talvez aquela falta de atitude, escondida em uma ação teria feito mais a diferença?

E quando as duas coisas, atitude e genialidade se juntam, temos startups unicórnios, gênios premiados e exportados, grandes oradores e escritores.

Resumindo, é preciso ter atitude!  Arriscar, se expor e encarar a vida de frente. Afinal, o não você já tem e só se vive uma vez.

 

Jogador n° 1 é original do livro de Ernest Cline

Jogador n° 1 é original do livro de Ernest Cline, ocorre em 2044, onde Wade Watts, assim como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do jogo OASIS ao mundo real. Quando o criador do jogo, o excêntrico James Halliday morre, os jogadores devem descobrir a chave de um quebra-cabeça criado por ele para conquistar sua fortuna e o comentando da empresa. Para vencer, porém, Watts tem de abandonar a existência virtual e ceder a uma vida de amor e realidade da qual sempre tentou fugir.

Tanto Watts quanto parte da população vive nas pilhas, que são trailers ou containers usados como casas por pessoas e ficam empilhados uns sobre os outros em estruturas metálicas.

Não tenho como destacar o quão interessante é o livro/filme e de certa forma, trás um pouco do Mundo cyberpunk, que sou particularmente fã.

Sobre Agile Coach

Agile Coach é basicamente um profissional com conhecimento e experiência em ágil, que tem por objetivo implantar, disseminar, adaptar e ser o agente da mudança no ambiente em que estiver inserido.

Um Agile Coach é muito mais que um Scrum Master, ele tem que ter a capacidade de inspirar e influenciar, pensando sempre no desenvolvimento das pessoas e dos times.

Além da experiência e essa capacidade de coaching, é importante que um Agile coaching tenha uma formação formal para que suas próprias capacidades de influenciar e inspirar sejam remodeladas.

Para me preparar de forma correta e massificar em minha mente está nova possibilidade, desde 2017 criei apartir do meu conhecimento, experiências e necessidades um cronograma de formações para executar durante 2018. Está formação para qualificação como Agile Coach está completa com a certificação de Coaching do expecional Adriano Sugimoto.

Somente realizar alguns cursos específicos não é o suficiente para estar apto, se exige toda uma mudança cultural, pessoal e profissional que você deve trabalhar continuamente.

Na minha visão, um Agile Coach deve procurar mais que o trabalho de disseminação do Agile, deve ser uma busca pessoal para que as pessoas se sintam bem implementando as práticas que mais se adaptam a realidade delas. É estudar e identificar metodologias que dentro desta realidade, Agile ou não, possam ser melhoradas.

QRCode, pagamentos e além

Há 10 anos atrás eu conversava sobre o uso de QRCode(abreviado de Quick Response Code ) para pessoas de um grupo de jornais onde trabalhei. Chegaram a colocar o qrcode na capa de uma edição, para ter uma fé do que poderia acontecer. Obviamente a ideia era genial, porém, talvez, na época errada.

Hoje o qrcode, tecnologia simples e que é muito difundida na China, tanto para pedir comida quanto para pagamentos. Se você também usa o WeChat ou viajou para China ultimamente saberá mais do que eu.

A Yellow que é uma startup para aluguel de bicicletas e emplodiu em São Paulo usa está tecnologia de qrcode e pelo que tenho acompanhado, com sucesso.

A Yellow e outros casos Brasileiros provam que o qrcode veio para ficar, prova disso que desde maio o banco central tem falado no uso do qrcode para pagamentos e formas de licenciar e trabalhar com essa tecnologia. Comprovando a tendência já em uso em outras partes do Mundo.

O uso em lojas para mostrar mais detalhes dos produtos tem se expandido bastante. Então o qrcode é uma tecnologia muito simples e barata. Como vamos trabalhar ela no backend é que será um diferencial.

Para saber mais sobre QRCode, recomendo o link: https://en.m.wikipedia.org/wiki/QR_code

E você, usa, já usou quer usar? Compartilhe suas experiências e conhecimento.

Ciclo OODA na arte da guerra dos negócios rápidos

Estratégia é uma das disciplinas que deveria ter grande importância para nossa vida, ouso dizer que deveria ser ensinada nas escolas. Uma boa estratégia tem grande valor, basta observar sua ampla discussão no livro a Arte da Guerra, de Sun Tzu.

Pensando nisso, John Boyd, Coronel da Força Aérea Norte Americana nascido em 1927 desenvolveu um modelo para a tomada de decisão no combate aéreo, e sua potencial utilização ao mundo dos negócios tornou-se evidente. Sua história é um fato a parte e pode ser pesquisada para entender melhor seu objetivo, mas podemos resumir no que chamamos de ciclo OODA.

O Ciclo OODA é um modelo baseado em um ciclo de quatro pontos que apoia uma tomada de decisão rápida e eficaz.

Observar, Orientar, Decidir e Agir

Qual a diferença entre o OODA e o PDCA?

O ciclo do PDCA(ou ciclo de Deming) é uma abordagem analítica que pode ser usada de maneira interna. Dependendo do processo que estamos tentando melhorar, não é necessário consultar o ambiente externo ou realizar qualquer ajuste para que o ciclo do PDCA funcione.

O PDCA tem grande sucesso em chão de fábrica. Envolve o uso de um conjunto de dados para chegar a uma conclusão. Utilizamos os dados para tomar uma decisão sobre como proceder, nós verificamos e agimos para confirmar ou rejeitar a possibilidade analisada.

O ciclo OODA tem maior foco em sintetizar uma ação em um conjunto de dados, mesmo que incompletos, para tomar uma decisão rápida e efetiva.

Mas o ciclo OODA peca no aspecto da Qualidade e dos testes que não são as prioridades no topo das suas entregas, já que a visão é rapidez. Porque para acelerar o seu ciclo OODA, é preciso terminar os projetos mais rapidamente. O que leva o tempo de ciclo para o topo da lista de prioridades do gerenciamento de projetos.

Assim como a capacidade de “agir” nem sempre é simples o suficiente para ser um requisito atendido por um único projeto. Mesmo falando de ágil.

Mas poderia ser bem empregada com o uso de metodologias como a 6sigma, onde o PDCA também é usado.

Velhos Novos Conhecimentos

Precisamos de mais resolvedores de problemas, desfazedores de nós, visionários com capacidade de realização, multiplicadores de conhecimento e sonhos.

Para entender melhor, pense que você é Matt Damon e está “Perdido em Marte”, sozinho, com suprimentos limitados e não sabe se algo poderá ajudá-lo. Sei que é dramático demais, mas muitas vezes você se sentirá assim.

A única saída é: Resolva você.

Penso assim diariamente, sou um resolvedor de problemas. Problemas do tipo: Não tenho especialistas em ferramentas da Atlassian, espero sentado o resgate ou corro atrás do conhecimento!?

Resposta: As ferramentas da Atlassian são excelentes e eu já trabalhava com muitas: Confluence, Jira, Bitbucket, trello, bamboo.. Mas certas dificuldades encontradas em certos cenários me fizeram correr atrás desde dois conhecimentos.

Acredite, conhecimento nunca é demais, mesmo que muitas vezes, eles saiam do seu foco.

Do not stop.

Déficit Educacional no Brasil e o contraste com a China

Como é preocupante esta notícia vinculada na BBC Brasil, globo.com e outros meios de comunicação, de que
mais da metade dos brasileiros não tem diploma do ensino médio, apontado pela OCDE.

Confesso que me surpreendeu e me preocupou. Nossos índices de desemprego em junho eram de 12,4%, e atingem 13 milhões de pessoas, segundo IBGE.

A exemplo da China que a alguns vários anos queimava livros e hoje tem suas escolas públicas como exemplo, seus pólos de tecnologia retem e importam talentos técnicos. Essa mudanca toda foi um plano adotado em 2015 com uma meta de 40 anos – para reduzir a disparidade de renda entre China e os países avançados e Está política foi denominada – chamado de “Made in China 2025”

As metas do Made in China 2025 incluem aumentar o conteúdo doméstico chinês de materiais essenciais para 40% até 2020 e 70% até 2025. O plano se concentra em campos de alta tecnologia, incluindo a indústria farmacêutica, que atualmente são de competência estrangeira.
Parte da base fundamental desse plano é investir fortemente em educação.

Diferente do que vemos no Brasil, que saúde e educação passam por um descaso unanime.

Enquanto discutimos problemas e não planejamos um futuro além dos 4 próximos anos, somos ultrapassados por quem discuti e planeja soluções a longo prazo.

Dica de Leitura #1

Minha dica de leitura desta vez vai ser: A arte de envelhecer, de Marco Tulio Cícero.

Marco Tulio Cícero nasceu em Arpino, próximo de Roma, em 106 a.C. e morreu assassinado pelo centurião Herênio a mando de seu inimigo político Marco Antônio. Político influente, jurista, orador, filósofo, sua obra – vasta e diversificada – é uma das mais importantes da literatura latina e influentes na cultura ocidental. Escreveu 10 tratados filósofos, entre os quais Re Publica, De Natura e De Legibus, quase 1.000 cartas, dezenas de orações, tratados de retórica e as célebres Catilinárias. Neste límpido texto sobre a velhice, Cícero desenvolve a tese de que a “arte de envelhecer” é encontrar o prazer que todas as idades proporcionam, pois todas têm as suas virtudes. Em A Amizade, temos o tratado definitivo sobre a fraternidade e as relações sociais.

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Dos tradicionais Blogs para Redes Sociais

Pessoalmente tenho sido um blogueiro a alguns bons anos e tenho resistido a trocar minha plataforma de expressão/escrita dos Blogs para as Redes Sociais, literalmente. Até hoje!

Essa teórica “resistência” para escrever diretamente em Redes Sociais não tem relação com a idade, medo ou não ser aberto a mudanças.

Tem relação com minha paixão por blogs, pela minha dedicação em ajudar a evoluir está plataforma e por ser um dos meus hobbies. Mas tem sido satisfatório o suficiente? Até mesmo um hobby precisa evoluir.

Então resolvi tirar um tempo para pensar nesta mudança, chegar a um consenso e decidir da melhor forma possível. Tive oportunidade de analisar diversos cenários e profissionais que fizeram essa transição muito bem.

Mas qual plataforma utilizar então? Linkedin, Facebook, Instagram. Cada uma tem sua rede de comunicação, algumas mais focadas em profissionais e outras no pessoal, imediativo. Pode existir posts diferentes por Rede Social, sim. O blog deve continuar? Sim, mas desta vez ele não vai ser a origem para tudo e sim um agregador de muitas origens.

A arquitetura da informação do blog muda, ele continuará com os posts anteriores, terá textos escritos direto nele, mas o foco é a apresentação pessoal e não mais unicamente posts. [como dito a dois parágrafos acima ]Além de não ser mais a única origem e sim um agregador de diversas fontes.

Como dizia George Bernand Shaw,
É impossível progredir sem mudança, e aqueles que não mudam suas mentes não podem mudar nada.

Facebook e o que aprendemos com Elizabeth Holmes CEO da Theranos

Um CEO genial, uma tentativa de tirá-lo do conselho de sua Startup. Será que veremos a historia se repetir? Com os últimos acontecimentos ocorridos com o CEO e Presidente do conselho do Facebook Mark, originado pelos números desastrosos, vazamento de dados, Cambridge Analytics, envolvimento nas eleições, fakes news e queda na bolsa, me fez voltar a pesquisar sobre Elizabeth Holmes, CEO da Theranos.

Theranos foi uma startup criada em 2003 pela CEO Elizabeth Holmes aos 19 anos, com o objetivo de levar saúde e longevidade ao Mundo de forma rápida e barata. Através do aparelho batizado de Edison, poderia realizar mais de 200 exames de sangue, por um preço inferior a 3 dólares, e entregar resultados imediatos.

Holmes estava de olho em um mercado de mais de 75 milhões de dólares anuais a theranos foi avaliada em 9 bilhões de dólares e Holmes e se tornou uma celebridade do universo da tecnologia. Sendo inclusive chamada pela imprensa de a “Steve Jobs de saias”. Obteve o título de sexta empresária com menos de 40 anos mais rica dos Estados Unidos.

Eu assisti alguns vídeos e Holmes vendia sua ideia com uma paixão, que torna compreensível o alcance que tomado. Paixão pode vender mais que um produto real, e startups tem investido muito em paixão.

Em sua diretoria da Theranos era formada pelo ex-secretário de Estado Henry Kissinger, pelo ex-secretário de Defesa William Perry, pelo ex-senador Sam Nun e, ocupando papel de destaque, o ex-secretário de Estado George Schultz. Todos pertencentes ao Hoover Institution, um famoso instituto de pesquisa da Universidade de Stanford, na Califórnia. Universidade esta que Holmes cursou algumas aulas de engenharia quimica, que foram o suficiente para brilhar a ideia de criação da theranos.

Fora seus privilégios familiares que lhe forneceram uma boa rede de contatos, Holmes contou com o grande interesse do mercado americano em promessas “disruptivas”, por volta de 2010. Esse termo, cunhado em Harvard, foi e ainda é usado para definir os empreendimentos inovadores capazes de substituir, com soluções mais simples e baratas, as empresas líderes do mercado.

Além dessa ansiedade do mercado, Holmes foi beneficiada por uma filosofia típica das empresas de tecnologia do Vale do Silício em, tolerar a possibilidade de mentir sobre as qualidades de um produto para ganhar tempo até que se tornassem verdadeiras. Holmes, segundo fontes, não vendeu a sua parte da empresa, não criou patrimônio e seus salário de diretoria não é superior a 20 mil dólares mês.

Após processo de investigação da Securities and Exchange Commission, que regula o mercado de ações ter concluído que houve fraude, Holmes devolveu 700 milhões de dólares aos investidores e pagou 500 mil dólares em multas, deve ainda, ficar 10 anos sem se envolver em qualquer tipo de empresa. Hoje sua preocupação é com a possibilidade de 20 anos de prisão.

Mas a história de Holmes e da Theranos poderia render um excelente filme ou livro com direito a: conspirações, tramas, romance e fraudes bilionárias.

Holmes não é a única, temos muitos outros CEO’s e Startups que dariam uma boa história.

Fonte(s): https://www.linkedin.com/pulse/facebook-e-o-que-aprendemos-com-elizabeth-holmes-ceo-da-ederson-melo/