EM2

Mobile, Cloud, Web e Gestão de Pessoas e Projetos, Big Data

15 Software Populares de Bug Tracking para facilitar o seu processo de gerenciamento de Defeito

Mesmo não sendo testadores – em outras palavras localizadores de bugs. Defeito / Bug / Issue / Falha / Falha / incidentes – o que quer que nós escolhemos chamar – a nossa descrição do trabalho principal gira em torno de encontrar, registo, comunicação, gestão e acompanhamento destes.

O mercado QA tem visto o surgimento de vários sistemas de rastreamento de bug ou ferramentas de gerenciamento de defeitos ao longo dos anos.

Para um software de rastreamento de bugs é essencial ter:

  1. Relatórios instalação – com campos que lhe permitirá fornecer informações sobre o bug, meio ambiente, módulo, gravidade, screenshots etc.
  2. Atribuição – Que bom é um bug quando tudo que você pode fazer é encontrá-lo e mantê-lo para si mesmo, certo?
  3. Progredindo através dos estágios do ciclo de vida – Fluxo de trabalho
  4. História / log trabalho / comentários
  5. Relatórios – gráficos ou tabelas
  6. Armazenamento e recuperação – Cada entidade em um processo de teste precisa ser exclusivamente identificável, a mesma regra se aplica a erros também. Assim, uma ferramenta de rastreamento de bugs deve fornecer uma maneira de ter um ID, que pode ser usado para armazenar, recuperar (search) e organizar informações bug.

O acima são as características de essência – o que significa que estes são absolutamente necessários para qualquer sistema que pretende ser um sistema de rastreamento de bugs. Além disso, pode haver recursos adicionais de conveniência – como assistir, salvar pesquisas, etc., e alguns de garantia – como votação, mostrando a informação de bug em uma transmissão ao vivo e assim por diante.

Enquanto características de conveniência e segurança são ‘bom ter’ é as características de essência que se tornam o jogo-cambiadores durante a avaliação e fazer uma escolha sobre o que ferramenta usar. Então, há também considerar a economia.

Sabemos que as ferramentas disponíveis no mercado são inumeráveis. Então segue a lista de 15 Software Bug Tracking Mais Populares:

Continuar lendo

Scrum – Conto clássico, A Roupa Nova do Imperador

Um “tolo sábio” é uma pessoa que faz perguntas desconfortáveis ou levanta verdades desconfortáveis. Nem sempre é fácil ter esse tipo de pessoa por perto, já que eles podem ser considerados encrenqueiros ou alguém que não faz parte da equipe, mas precisam ser cultivados e usados.

Talvez o melhor exemplo seja um que todos já conhecemos — do conto clássico de Hans Christian Andersen, A Roupa Nova do Imperador.

Conforme você deve se lembrar, havia um imperador que tanto adorava roupas finas, que tinha um casaco diferente para cada hora do dia. Se você quisesse saber onde eles estavam, o primeiro lugar que deveria procurar era no quarto de roupas. Um dia, alguns caloteiros foram até o imperador e juraram que tinham um tecido secreto que era tão fino que aqueles que não eram dignos não conseguiriam enxergá-lo.

Eles exigiram uma seda finíssima, mas apenas fingiam tecê-la e na verdade, “teciam” apenas o ar, e o material foi para as suas bolsas. Um dia, o imperador veio para verificar o progresso do trabalho deles e não viu nada. Lembrando-se de que o tecido só era visível para aqueles que fossem dignos, ele elogiou o tecido como o mais lindo que ele jamais vira. Ele pediu a opinião de seus conselheiros, mas todos também juraram que se tratava do material mais maravilhoso de todos.

No dia da entrega, os caloteiros vestiram, cuidadosamente, o imperador com absolutamente nada, e ele recebeu elogios exagerados de toda a corte. Então, o imperador decidiu desfilar pela cidade para exibir para o povo aquele tecido miraculoso.

Você se lembra como o conto termina: ninguém disse nada sobre a nudez do imperador, pois ninguém queria ser considerado indigno.

Assim, a procissão real continuou pelas ruas até que uma criança gritou: “mas ele não está vestindo nada!”. A princípio, o pai da criança mandou que ela ficasse quieta, mas, então, começando com um sussurro que foi aumentando até um grito, e as pessoas começaram a gritar: “ele está pelado!”. O imperador, mesmo temendo que eles estivessem certos, continuou a procissão. E sua corte o seguiu, segurando uma cauda que não existia.

O tolo sábio foi aquela criança — a pessoa que consegue ver que a verdade aceita é simplesmente uma ilusão consensual, e que o imperador realmente estava sem roupas.

Então, se você tem um tolo sábio ou dois, trate-os com carinho.

Essa é a ideia , que com o Scrum tudo seja transparente — a produtividade da equipe, a qualidade do trabalho, o nível de satisfação do cliente.

Bom, não lembro onde li, sei que é muito bacana e deveria ser compartilhado.

Domingo de impeachment fase 1

Eu me lembro de Fernando Collor, me lembro do impeachment e da festa.  Ontem senti o que talvez meus pais sentiram, um desejo de mudança, depois de uma tormenta causada.

Sei que foram ratos votando em ratos, mas como diz o ditado: Inimigo do meu inimigo é meu amigo. Então fazer o que!?

Vamos aos poucos limpando e aos poucos colocando rato por rato para fora desse navio, que lamentavelmente ajudamos diariamente a conduzir.

A culpa de tudo isso é você e eu. Eu votei na primeira eleição que colocou Lula como Presidente e depois comecei a notar algumas sérias mudanças, mas fui tolo e continuar a acreditar. Então mudei. Tarde, mas não mais cego, não mais obscurecido com falsa moralidade e senso de justiça.

Ontem, Domingo, 17 de Abril de 2016, começamos a fazer história novamente. Espero que essa lição seja passada e não mais cometida por nos e nossos filhos.

Pátria Amada, Brasil.

A Liderança Integradora

O líder é a imagem viva da empresa frente à sua equipe, e também a imagem viva de sua equipe frente à organização. Cabe-lhe contribuir para a integração dos dois elementos que representa, veiculando informações em ambos os sentidos, atuando politicamente junto à estrutura hierárquica da empresa representando os interesses de sua equipe e influenciando com habilidade a equipe para atender às demandas da organização.

O princípio básico da liderança integradora é que todo indivíduo, independente de sua posição na estrutura organizacional, é capaz de contribuir para o alcance dos objetivos, mas para que isso aconteça precisa encontrar condições favoráveis para sua identificação e envolvimento com os mesmos e que sua contribuição seja reconhecida não só por recompensas materiais, mas principalmente psicológicas que elevem sua auto-estima e estimulem o desenvolvimento de suas potencialidades e de seu livre pensar.

O líder integrador respeita o indivíduo como indivíduo, integra as pessoas no grupo, encoraja a troca de feedback, o autoconhecimento, o uso da intuição como complemento da lógica, procura compatibilizar tanto quanto possível os objetivos da instituição com os objetivos do individuo de forma ética. Valoriza as diferentes opiniões, a participação, busca a solução de problemas através da cooperação e participação do grupo.

A liderança integradora utiliza pouca energia para exercer atos influenciais, uma vez que atua por emulação, identificação, exemplo, absorvidos voluntariamente pelo liderado, eliminando assim a necessidade de controle do líder. A ausência de controle tende a facilitar e a estimular a elevação do nível de envolvimento do liderado.

A qualidade relacional entre líder e liderados poderá ser baixa quando a duração dos efeitos do ato influencial for curta e o grau de resistência do liderado for alto. Isso equivale a dizer que a eficácia será baixa, obrigando o líder a repetir o ato influencial cada vez que pretender obter uma determinada reação.

A liderança Orientadora

A liderança Orientadora entende que a melhor forma de lidar com conflitos é ceder ou contemporizar, assim evita que o conflito seja potencializado. É um estilo raramente abordado na literatura especializada por possuir alguma conotação paternalista. Utiliza episodicamente o poder da posição; portanto a autoridade do cargo, de recompensa, de conhecimento e de conexão. Ao contrário dos estilos coercitivos e controlador, que limitam o âmbito de seus atos influenciais no sentido vertical, de cima para baixo, a liderança orientadora os expande também na direção de baixo para cima e horizontalmente, permitindo assim que as barreiras estruturais sejam ultrapassadas, tendendo a incentivas a sinergia organizacional.

Na liderança orientadora, a energia aplicada é menor do que nas anteriores, sendo o mesmo verdadeiro para o grau de controle exercido sobre os liderados. Essa assume a forma de acompanhamento, supervisão, orientação e esclarecimentos periódicos. Os relacionamentos face a face tendem a ser mais frequentes, baseando-se mais no poder de conhecimento e conexão do que na posição de recompensa.

A liderança orientadora influencia as pessoas através do conhecimento e da capacidade de criar redes informais de relacionamento.

A qualidade das relações entre líder e liderados poderá ser baixa quando a duração dos efeitos do ato influencial for curta e o grau de resistência do liderado for alto. Isso equivale a dizer que a eficácia será baixa, obrigando o líder a repetir o ato influencial cada vez que pretender obter uma determinada reação.

Esse caso típico da liderança coercitiva que atua através da ameaça, punição ou sofrimento. Tende a gerar no liderado a resistência passiva, caracterizada pela lentidão, interpretação distorcida do ato influencial, sabotagem, desinteresse, além da submissão, provocando conflitos a organização. São essas reações que provocam a escalada do poder de coerção e o abuso do poder de posição como justificativas “aceitáveis” para as punições, gerando, em consequência, mais resistência que poderá desembocar na violência.

Estilos de Liderança

A literatura nos apresenta vários tipos de liderança, pois a liderança potente é uma questão de estar consciente do que está acontecendo no grupo e agir apropriadamente. Ações específicas são menos importantes do que a clareza e a consciência do líder. É por essa razão que não existem exercícios ou fórmulas que garantam uma liderança bem-sucedida.

Embora não haja consenso entre os estudiosos a respeito da liderança eficaz e das múltiplas variáveis que nela intervêm, todos concordam num ponto central: sua importância para o desenvolvimento e a sobrevivência das empresas produtoras de bens ou serviços, sejam elas públicas ou privadas.

Liderança, como já foi visto, é um fenômeno relacional, os atos influenciais geram reações nos liderados e essas, por sua vez, estimulam respostas nos líderes. O relacionamento entre líder e liberado não se dá, entretanto, no vácuo, mas sim numa determinada realidade social que envolve situações e contingência das mais variadas.

Líder e liderados atuam num cenário dinâmico de interações, permeadas por intenções e finalidades limitadas em algum tipo de estrutura, como ó o caso da empresa. Uma das alternativas para a análise da eficácia dos tipos de liderança considerados é verificar como os atos de influências em termos da energia despendida pelo líder e grau de controle que esse tem sobre o liderado, atuam no grau de envolvimento desse último.

Os principais tipos de liderança demonstradas por mim no tcc são: Liderança Orientadora e Integradora.

Liderança organizacional

O QUE É LIDERANÇA ORGANIZACIONAL

Toda empresa precisa de uma pessoa que tenha a habilidade de acompanhar, motivar e gerir equipes de uma maneira eficaz. O líder dentro do ambiente corporativo é o responsável por administrar os demais colaboradores, garantindo assim que os processos de trabalho estejam sendo feitos de maneira assertiva e dentro dos prazos estabelecidos. Além disso, é importante que o líder seja uma pessoa que ajude seu pessoal a evoluir cada vez mais através da motivação, que terá. Como consequência, melhores resultados serão alcançados e tanto a corporação quanto os funcionários se sentirão satisfeitos e felizes.

TIPOS DE LIDERANÇA

Apesar de não existir um ideal do que um líder deveria ser, nem sempre essa expectativa acaba sendo alcançada. Encontramos nas empresas alguns perfis básicos e que descrevemos abaixo:

LÍDER AUTORITÁRIO

É aquele líder focado apenas na execução de demandas e tarefas. Segue rigorosamente todas as leis e regras estabelecidas pela empresa. Sua liderança é autocrática porque só leva em conta sua própria opinião não dando abertura para contribuições de outros colaboradores ou subordinados. Ele é quem define o que, como, quando e em quanto tempo deverá ser feito determinada tarefa. Este tipo de liderança influencia negativamente a equipe, pois gera desmotivação e, consequentemente, improdutividade.

LÍDER DEMOCRÁTICO

Este é tipo de líder que ouve a opinião e contribuição de toda a equipe. O líder democrático acredita que a opinião de todos é importante para o resultado final. Sabe se comportar e tem um bom relacionamento interpessoal com seus colegas e subordinados. O reflexo de suas atitudes está no comportamento e contribuições positivas da equipe nos processos de trabalho. Profissionais reconhecidos e, principalmente, “ouvidos”, se sentem muito mais abertos, receptivos e motivados a dar o seu melhor.

LÍDER LIBERAL

Este tipo de líder, como o próprio nome diz, é um profissional “mais liberal” que não supervisiona seus subordinados o tempo todo, pelo contrário, deixa seus colaboradores à vontade para exercerem suas atividades. Esta influência é positiva quando a equipe é madura o suficiente para “caminhar com as próprias pernas” e sabe bem os resultados que necessitam produzir. Neste sentido, esta liderança é benéfica pois estimula a criatividade da equipe.

LEADER COACH

O leader coach é o líder que exerce sua liderança baseado nos princípios do Coaching. Este profissional é aquele que conquista pelo exemplo, que inspira seus colaboradores a seguirem suas próprias ações. O leader coach, em sua gestão, consegue estimular o desenvolvimento de novas habilidades e o aprimoramento de competências latentes como liderança, comunicação, feedbacks, negociação, delegação, foco, planejamento estratégico, criatividade, entre outras.

 

Trechos estudados para a conclusão da pós graduação.

The Rise of Lowsumerism

Existe um movimento cada vez mais crescente para repensarmos a forma como consumimos e nos relacionamos com marcas e produtos.

O Lowsumerism surge, agora, com uma ideia simples: ser mais consciente e consumir menos. O termo vem das definições em inglês “low”, baixo, e “consumerism”, consumismo. A proposta é repensar a lógica do consumo e agir com equilíbrio.

Na prática, o movimento exige três atitudes de alto impacto: pensar antes de comprar, buscar alternativas de menor prejuízo para os recursos naturais – como trocar, consertar, e fazer – e viver só com o que é realmente necessário.

O vídeo da empresa especializada em tendências de comportamento e consumo Box 1824, The Rise of Lowsumerism, mostra como o consumismo surgiu e se consolidou e põe em discussão o tema.

 

Fonte(s): Pulse

Liderança e os Caçadores de Recompensas

Lendo o livro, Pense Grande, que venho comentando frequentemente em meus posts, descubro mais um conto que segundo o livro, circula pela internet e sinaliza como os caçadores de recompensas reagem em algumas situações.

“Olhando pelo buraco na parede, um rato viu o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira. Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
– Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
– Desculpe-me, senhor rato. Eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o cordeiro e disse a ele:
– Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
– Desculpe-me, senhor rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
Por fim, o rato dirigiu-se então à vaca e ela disse:
– O quê, senhor rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando uma vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha pegado. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher.
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor do que uma canja. Ele então pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal – a galinha.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o cordeiro.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.”

Copiado do livro, Pense Grande.

Liderança, através da parábola do guardião do castelo

A parábola do guardião do castelo, escrita por Alzira Castilho, tem muito a nos ensinar nesse sentido:

“O Grande Mestre e o Guardião dividiam a administração de um mosteiro zen. Certo dia, o Guardião morreu e foi preciso substituí-lo. O Grande Mestre reuniu todos os discípulos para escolher quem teria a honra de trabalhar a seu lado.
– Vou apresentar-lhes um problema – revelou o Grande Mestre. – Aquele que primeiro vier a resolvê-lo será o novo Guardião do templo.
Terminado o seu brevíssimo discurso, colocou um banquinho no centro da sala. Em cima dele, havia um vaso de porcelana valiosíssimo, com uma rosa vermelha a enfeitá-lo.
– Eis o problema – disse o Grande Mestre.
Perplexos, os discípulos contemplavam os desenhos sofisticados e raros da porcelana, a frescura e a elegância da flor. O que representava aquilo? O que fazer? Qual seria o enigma?
Depois de alguns minutos, um dos discípulos levantou-se, caminhou resolutamente até o vaso e atirou-o no chão, destruindo-o.
– Você é o novo Guardião, afirmou o Grande Mestre ao aluno.
Assim que o discípulo voltou ao seu lugar, o mestre explicou:
– Eu fui bem claro: disse que vocês estavam diante de um problema. Não importa quão belo e fascinante um problema seja. Ele tem de ser eliminado. Um problema é um problema; pode ser um vaso de porcelana muito raro, um lindo amor que já não faz sentido, um caminho que precisa ser abandonado, mas que insistimos em percorrer por nos trazer conforto.”

 

Copiado do livro, Pense Grande.

« Older posts

© 2016 EM2

Theme by Anders NorenUp ↑